Cantadeiro em obras

QUADRILHA-NÃO DÊEM CABO DO MUNDO

Montag, Juli 27, 2009

Assim vai o mundo - e eu dentro dele

Quadrilha Europeia permite que os americanos tenham acesso aos dadaos bancários na Europa.
Vendedor de automóveis americano oferece na compra dum veículo uma espingarda (de assalto) tipo AK-47.
Carro de serviço da ministra de saúde alemã (Ulla Schmidt) é roubado em Alicante, Espanha, enquanto esta se encontrava de férias. A lei permite-lhe levar o carro quando vai de férias porque pode necessitar dele [com condutor privado] para efeitos oficiais. E o veículo não estava segurado.
O vigarista Stanford (USA) queixa-se de que a cadeia é demasiado quente e exige transferência para outra. Com ar condicionado.
O nariz de Michael Jackson foi roubado!!! [outro "apêndice" de maior comprimento não estava à disposição].
O papa partiu o pulso enquanto procurava o interruptor. [Deus ainda não lhe ensinou o truque: faça-se luz.]
Um bordel oferece “sexual flat rate” apesar de tal ter sido proibido.
Na Austrália um homem pegou fogo à sua própria casa porque a mulher não lhe deu almoço. [Será porque julgou poder comer a construção como se fosse um churrasco?]
Na Alemanha a juventude organiza “festas de peste suína” para se contagiarem propositadamente. [No meu tempo fumavam-se umas coisas].
Na América, uma mãe dá os seus dois filhos como desaparecidos, os quais vão ser posteriormente encontrados num contentor de lixo. O parceiro da mulher, após disputa, levou as crianças e “atirou-a para o lixo”.
Grécia “avisa” a Turquia para parar os voos sobre o seu território. No Chipre, estudantes gregos gritam pelas ruas: “Só um turco morto é um bom turco”. Há cerca de treze anos atrás quase se dava um conflito bélico entre estes dois países; Chipre encontra-se dividido entre eles.

Samstag, Juli 25, 2009

América, democracia e racismo


América continua estupidamente a ser o eixo sobre o qual o mundo roda. A Europa unida depende dos americanos como os filhos dos ricos: só gastam o que os pais lhes dão. O país das possibilidades sem fronteiras, do “we can” , da “democracia, é tão, ou mais podre que qualquer outro.
A crise económica deu-se. Por razões bem mais obscuras que aquelas conhecemos. No observar da situação, a partir do filme de Moore (Michael) Fahrenheit 9/11, comecei, também, a tecer uma teoria de conspiração. As apólices de seguro, de valores elevadíssimos, que foram assinadas por firmas com ecritórios no Trade Center, segundo alguns observadores, e a forma como o edifício ruíu, vista por alguns como uma bem organizada demolição, contribuiram também, para a minha teoria.
Quando a crise chegou, eu não estranhei. Afinal, o óleo que os Amis esperavam obter no Iraque, não se tornou realidade. Os enormes custos da guerra não foram cobertos. A economia derrocou.
Havia que tomar uma atitude para resolver a situação e as eleições vieram mesmo a calhar: Obama, o primeiro indivíduo de cor a ganhar as eleições, não será uma casualidade. Caso ele consiga, o que duvido, colocar América numa razoável estabilidade, será uma “vitória” para a grande democracia americana que todo o mundo, cegamente, verá como um passo muito maior que o que “foi dado na lua”; caso ele não consiga estabilizar coisa nenhuma, os grandes democratas e/ou republicanos têm um perfeito bode expiatório: os pretos, a quem foi dada a maior oportunidade possível para provarem que “they can” e falharam.
Eu acredito que o recente caso com Louis Gates, professor de Harvard preso à porta de sua casa, por um polícia branco, não é nada mais nada menos que uma acha na fogueira do racismo; a história é muito mal contada...
O polícia que o prendeu afirma que o Gates se comportou menos correctamente e elevou o tom de voz, etc, etc... Gates diz que não, que falou sempre moderadamente.
Na única foto que eu até agora vi, nota-se perfeitamente que a expressão de Gates não é a mais moderada. Por outro lado, encontra-se um polícia de cor tambem na fotografia... daí eu excluir qualquer atitude racista por parte da polícia. Gates, por sua vez, afirma ter perguntado se o polícia agiu assim para com ele apenas por ele ser preto. Cheira-me a complexos de inferioridade, a insegurança de carácter.
A reforçar a teoria de que o caso Gates tem muito mais sumo que um Prof de Harvard a ser preso por ser preto é que ele é conhecidíssimo nos EUA (será?); quem chama a polícia é uma vizinha, repórter (?), que não o reconheceu (?)... o polícia também não, nem sequer o seu colega de cor. Ora, para um “Superstar” o homem parece-me ser demasiado desconhecido.
Obama abre a boca... entra a mosca, ele procura cuspi-la... mas do engasgo já não se safa.
América está num labirinto e Obama é o cego Dédalo.

Donnerstag, Juli 23, 2009

Suor vergonhoso

As ondas que me vêm molhar o corpo
São espelhos de inactividade
Que por acaso sabem a sal.
Enjoa-me o suor que o tempo abafa
Nos meus sovacos
Onde o desodorizante matinal morreu,
No meio-dia da igreja de S. José.
Espreito ainda coragem
Num fino super mais barato que a sem chumbo
E prolongo o tempo numas linhas.
Há manchetes preocupantes,
Alheias ao suor que em mim tresanda,
Desprezadoras da vergonha
Que me espera nos gumes mirantes
De quem, como eu, tem que andar de autocarro.

Mais um fino sem coragem
Ao longo da vitrine do LD,
Simultâneo ao andar ligeiro
Da moçoila serrana
Que faz serviço em casa de qualquer título.
Reconheço o cabelo penedio
E o maciço dos seios virgens;
Tão jovem...

Há muito que já não há vinte paus
Para se deixarem na mesa;
O dinheiro é estrangeiro
Como a língua que debito,
Tudo muito Europeu e nada meu.

Meu, o suor que me envergonha,
Que cresce em cada passo,
Que trespassa a camisa,
Que vinca em mim um olhar curvo.

Quando, enfim, no autocarro
O corpo se recompõe do arranque
E a vergonha me intoxica,
Vejo a moçoila serrana:
Tão jovem na distância que me cerca;
Tão verdadeira como os sonhos juvenis,
Esses que estão algures
Nos cadernos do meu tempo.

Só quando abandono as memórias,
E o autocarro também,
Noto que ninguem me cheirou.

Eram todos trabalhadores.

Mittwoch, Juli 22, 2009

Vattenfall - catarata poluente

Vattenfall (palavra sueca para catarata) é, sem dúvida, uma das maiores empresas energéticas da Europa. Enquanto no norte da Europa, Vattenfall procura mostrar um rosto ecológico, vai, enegrecendo céu em direcção ao sul, pois para a sua produção de energia, a empresa necessita de carvão para a obtenção do qual destrói paisagens e arrasa povoados. A sua imensa emissão de dióxido de carbono levou a uma tecnologia de separação e “empacotamento” deste gás, o qual é considerado responsável pela alteração do clima. Esta tentativa de se mostrar amiga do ambiente, depara com a resistência de alguns activistas ecológicos que consideram o armazenamento subterrâneo de Co2 como questionável duvidando que isso contribua para a diminuição de gases provocantes do efeito de estufa.
Eu, como Vattenfall também possui centrais nucleares, receio mais que esses subterrâneos armazéns em vez de servirem única e simplesmente para alojar Co2, sejam também utilizados para depósito de resíduos nucleares.
Vattenfall pertence na sua totalidade ao governo sueco. A sua produção centraliza-se nalguns países nórdicos (Dinamarca, Suécia e Finlândia) e na Alemanha e Polónia. Eu julgo que deslocar-se mais para sul poderá ser difícil visto em França as empresas energéticas não estarem minimamente interessadas em concorrência (há bem pouco andou pela imprensa um caso em que uma empresa alemã acordou com uma francesa dividirem o mercado entre si). Apesar disto, estou convencido que, à sombra do gigantesco Adamastor da globalização, Vattenfall se expanda continuamente em direcção ao sul.
É certo que a produção energética nos países nórdicos é de cerca de 36% de energia hidráulica com cerca de 49% nuclear. Na Alemanha, porém, a sua produção baseia-se em combustíveis fósseis no espectacular valor de 91%.
Vattenfall já reconheceu que se o armazenamento subterrâneo não funcionar teremos um grave problema... do qual eu deduzo que a própria empresa não está segura dos seus apregoados métodos ecológicos.
O depósito radiactivo em Asse na Alemanha comprovou já que este tipo de medidas não é tão seguro como a senhora Merkel procurou fazer crer aquando ministra do ambiente.
Mas o que me levou a procurar saber mais sobre este tubo de escape foi o que se passou após as eleições em Hamburgo quando os “Verdes” aceitaram uma co-ligação com a CDU (não confundir com a portuguesa, esta é a união da democracia cristã [Christliche Demokratische Union]).
Os Verdes afirmaram no seu programa não aceitarem a construção de central energética à base de carvão em Moorburg; isto, logo que se apanharam no poleiro, deixou de ser verdade e o alvará para a construção foi passado.
Eis a força da Vattenfall e a fraqueza dos “ecológicos”.

Greenpeace editou um livro "Vattenfall Schwarzbuch" (O livro negro de Vattenfall) que elucida bem em que direcção as narinas deste monstro expelem o seu "ecologismo".

Democracia directa-encerrada

Quando ando por caminhos novos tenho o hábito de olhar para a esquerda e para a direita, observar isto e aquilo e registar este ou aquele pormenor.
A blogosfera não é propriamente um caminho novo, mas o www.blogger sim; por isso vadio por aqui e acolá em busca de novas vielas, conversas mais diferentes, imagens desconhecidas ou com outos ângulos. Nesta vadiagem dei com um blogue chamado "Movimento para a democracia directa". Pensei de imediato que poderia ser um espaço ao meu gosto, fui até lá e dei com isto:
"Parece que não foi convidado para ler este blogue. Se pensa tratar-se de um erro, deverá contactar o autor do blogue e solicitar um convite."
Erro?! Da minha parte?!... Não...
O movimento para a democracia directa é que deve ter errado no nome... "democracia encerrada" é como se deveria chamar.

SJ repudia discriminação da TVI pelo Benfica

Ao ler este cabeçalho até pensei que o SanJoanense ou coisa que o valha andasse às turras com o Benfica. Como na altura, estava mais preocupado em saber o que era um "rebranding", não dei muita importância ao caso.
Eu fico atónito como os conhecimentos linguísticos do povo português se tem alargado nos últimos tempos, ainda que um amigo meu teime em dizer que não, que os conhecimentos do povo não melhoraram; diz ele: os dos jornalistas é que pioraram, daí utilizarem termos estrangeiros. Fazem-no porque são incapazes de traduzir.
Eu ainda argumentei que hoje em dia a tecnologia desenvolve-se tão rápidamente que os termos ingleses surgem a uma velocidade elevadíssima, quando se dá por isso, toda a gente já os utiliza.
-Como por exemplo: -disse ele- rebranding.
Acolhendo a sua ironia com um sorriso, passei ao tal cabeçalho do SJ. Afinal, era apenas um grupo sindicalista amante de futebol que estava chateado porque o Benfica não quer lá a TVI...
É pena não termos um SJ (penso que todos saberão melhor que eu que SJ significa Sindicato de Jornalistas e não SanJoanense), dizia, pois, é pena não termos um SJ amante de política que repudie a RTP de deixar de lado o candidato por Lisboa da CDU, enquanto fornece ao PS e PSD um largo tempo de antena.
E agora vou dar um salto ao blogue do PS, antes que me chamem reaccionário. Depois passarei pelo PPM de Braga, que até é um grupo todo terra-a-terra; visitarei "os verdes" que apodrecem lentamente sem terem amadurecido, após estes anos todos; do PSD ainda não encontrei blogue que me interessasse. Passei por um do SL (aquele que quer a cidade só para si com o slogan de que ela é para todos), mas não me agradou. Aceito sugestões. Quanto ao CDS-PP nunca senti interesse de o procurar... há umas páginas de pequenos partidos muito interessantes, que ainda não situei muito bem e só passo por lá a determinadas horas; e depois existe o BE, do qual tambem não tenho concreta ligação, aceito por isso sugestões.
Espero não ter discriminado ninguem, se o fiz não foi intencional, pois não desejo, de maneira nenhuma que o SJ me repudie.
Após este artigo sinto-me a modos que homossáurio. Será que contraí algum vírus do paleolítico?

Dienstag, Juli 21, 2009

Santana Lopes e o Outro

No seu livro "A cidade é de todos", Santana Lopes, recorda o veto da construção dum parque de golfe na Figueira da Foz, comparando-o com outro projecto levado a cabo em Alcochete. Eu não cheguei a perceber se ele está chateado porque não se fez nada na Figueira ou está chateado porque se fez algo em Alcochete.
Eu acho que o veto ao campo de golfe é um estalo na cara de todo o operário empregado e desempregado da região; nos primeiros, porque não têm onde passar os tempos livres e os segundos porque lhe faltam os postos de trabalho que o parque criaria.
Na altura li em Public Affairs o seguinte: [original seguido de tradução minha]
"Die Geschichte um die Vergabe von Baugenehmigungen für das Outletcenter Freeport und die möglichen Verstrickung des hiesigen Premierministers in diesen Fall haben in den letzten Wochen ein wenig von den wirklich wichtigen Fragen in Portugal abgelenkt: wird US-Präsident Obama einen portugiesischen Hund (Cão de água) als First Dog ins Weiße Haus holen?"

A história sobre a autorização da construção do Centro Freeport e o possível envolvimento do primeiro ministro português no caso tem desviado, nas últimas semanas, a atenção das questões que são realmente importantes: Será que o presidente dos EUA, Obama, vai levar um cão português como Primeiro Cão para a Casa Branca?

Como aqui se verifica, os políticos portugueses andam realmente afastados dos pontos fulcrais de interesse maioritário; a imprensa estrangeira regista-o.

Ç de cedilha foi despedido!

Na RTP Internacional mostram, de vez em vez, pequenos filmes que visam ensinar a escrever algumas palavras.
Descanso ou descanço? - Era a questão. Não estranhei que as opiniões se dividissem; no que se refere às opiniões, é normal elas divergirem; quanto à falta de conhecimento ortográfico, também não estranhei; nem todos escrevem diariamente uma só palavra que seja, e portanto, aceito. (Irrita-me, porém, sobremaneira quem procura "currijir" os outros com uma emenda pior que o "suneto").
O que não posso aceitar é a afirmação da RTP ao dizer que a seguir a um "n" não há necessidade (?) de "ç".
Pois bem, apressei-me de imediato a corrigir, ainda que manualmente, o meu dicionário:
pansa, dansa, criansa, andansa, etc, etc... e o caso acabou, até, por se tornar divertido quando dei por mim a brincar com as palavras e reparar que, assim escritas, todas elas apontavam para o modo como a RTP se comportou neste caso: é pegar nas quatro últimas letras e lê-las em sentido contrário.

Opinião sem livros

“És tu, Henrique, e muitos liberalóides ratitos de biblioteca quem, muitas vezes, detém a realidade à porta da "teoria". “
Extraído de Portugal dos Pequeninos
de João Gonçalves

Eu vou aqui opinar a minha ideia de opinião, começando por dizer, mais ou menos por onde passei.
Primeiro, nasci numa casa pobre mas não miserável. A minha mãe fervorosamente protestante e o meu pai patologicamente comunista. Frequentei a Escola Primária do Tovim, sem problemas, passei pelo Ciclo Preparatório Eugénio de Castro, Escola Secundária Avelar Brotero e Liceu Nacional D. Maria. Fiz cursos de formação de Formadores do FAOJ, estive na Escola de Teatro em Évora e trabalhei na construção civil em várias áreas até me consolidar como armador de ferro. Fiz teatro como actor e encenador a nível amador e li muitos livros de autores portugueses.
Arranquei para a Alemanha, mais por curiosidade do que por outra coisa e acabei por ficar, devido a uma Associação portuguesa necessitar de um encenador e me aceitar como tal.
Aprendi a língua, que nem falava; trabalhei desde ardina até auxiliar de enfermagem (neurocirurgia-fascinante), mas nunca obtive um curso superior. Visitei algumas palestras na Universidade de Hamburgo e pensava em me matricular lá para cursar em psicologia, o que não passou disso, pois acabei por sair de Hamburgo e ir para Freiburg, tambem cidade universitária, mas a idade e a vontade cresceram em direcções opostas.
Acompanhei, dum modo ou outro, as evoluções político-sociais quer em Portugal quer na Alemanha e no resto do mundo.
Neste deambular de quase meio século, mudei frequentemente de opinião; nunca porque li, vi ou ouvi, mas sim porque meditei. O ler, ver e ouvir foram apenas a ignição, depois disso é necessário deixar pegar o motor, acelerá-lo, travá-lo e dirigi-lo para a meta que se tem ou que se considera viável.
A minha opinião não vem, por isso, nos livros, se lá viesse não era minha, mas do autor. Eu tenho-me apercebido, durante estes anos todos, que todas as pessoas quando querem reforçar a sua opinião dizem “como dizia [o outro]”; com isso procuram mostrar que não são os únicos a pensarem do seu modo.
Os ratos de biblioteca, porém, procuram sempre reforçar o que dizem com citações de outros indivíduos, sobretudo quando se apercebem que o seu interlocutor poderá estar em desvantagem em relação ao acesso bibliotecário, quer por falta de interesse quer por falta de meios; eles exigem sempre do seu oponente provas. Onde é que é que eu posso ir buscar provas para a minha opinião se nunca escrevi um livro para a defender, nunca fiz um filme nem coisa parecida? Terei que ir buscar o que outro disse? E se o que o outro disse está correcto mas o contexto onde foi inserido é falso, quer dizer, não compatível com a minha opinião? Um problema, não é verdade?.
Diz-se frequentemente: vai chover; e quem o diz não é nenhum meteorologista ou coisa que o valha. Ninguem, ou raramente alguem, pergunta: porque é que dizes isso?
Se eu sou da opinião que os americanos nunca aterraram na lua, não é porque alguem escreveu que assim é; eu formei a minha opinião a partir de afirmações, tais como: “O que é desconhecido do grande público é que a alunagem não correu tão bem como se diz. O módulo “Águia” desviara-se da rota prevista e dirigia-se para uma zona de terreno irregular; Armstrong ligou o “manual” e evitou, assim, o pior. De acrescentar que esta manobra teve também o pormenor do combustível: este chegaria apenas para mais vinte segundos, quando Armstrong alunou.” Esta citação foi traduzida por mim, vinda do canal televisivo alemão ZDF. Ela gerou em mim a pergunta: Onde é que foram, então, buscar o combustível para poderem regressar?...
Os ratos de biblioteca, uma espécie homossáuria bastante proliferante, pergunta frequentemente: onde é que leste isso? E não aceitam nunca como resposta: não li em nenhum lado.
Eu, na minha viagem como pai, apercebi-me que o meu filho frequentemente tinha (ainda tem) teorias fascinantes muito antes de aprender a ler, e o mais interessante é que ele possuía, paralelamente, argumentos de defesa. Não foram (ou são) raras as vezes em que tenho que lhe dar um livro para lhe mostrar o erro da sua teoria... reforço, porém, sempre, que um livro não é a bitola do universo; um livro tanto pode estar certo como errado. É na sua cabeça que ele tem que (re)formular a sua opinião.
Poder-se-á perguntar porque é que lhe dou um livro... eu não estou apto a discutir todos os temas com os quais o meu filho me confronta, daí recorro ao auxílio de livros, e naqueles que julgo possuir uma opinião fiável, penso ser útil mostrar-lhe quer opiniões contrárias quer favoráveis; um livro é sempre um bom auxiliar.
A opinião de cada um, contudo, permite escrever muitos livros, mas não pode nunca ser um livro só.

Sonntag, Juli 19, 2009

Genial

"... no bastard ever won a war by dying for his country. He won it by making the other poor dumb bastard die for his country".

A ler em Clube das Repúblicas Mortas

Samstag, Juli 18, 2009

The Waxies por acaso

O meu filho disse-me que música punk até era porreira e perguntou-me se eu não tinha à mão um ou outro cd nesse estilo. Eu respondi-lhe que, assim, à mão, tinha uma caixa com 3 cd´s que ele por acaso já conhecia: “The worst of total anarchy” que ,para além do conhecidíssimo tema “Anarchy in the UK” dos Sex Pistols, contém uma série de títulos de bandas marcantes na história do punk.
Reparei, no entanto, que ele queria ouvir algo novo, ou, pelo menos, por ele desconhecido. Já que na cozinha, onde nos encontrávamos, apenas me vinha à ideia um “Best of” dos Ramones, que ele também já conhecia, dei uma espreitadela a uma prateleira meio escondida onde se encontram alguns 100 cd´s (encontrei um cd que a minha irmã me ofereceu e pelo qual já tinha dado voltas de cão, o “Lá vai Jeremias” do grupo Terra-a-Terra, para grande satisfação minha) e peguei, sem escolher, num monte de dez cd´s.
Deles, optei por um: The Waxies. Música tradicional irlandesa em estilo punk, que se pode colocar na secção de Pogues. E agradou-me ouvir. No youtube encontrei isto:

Direito de opinião

Eu penso que qualquer indivíduo tem direito a possuir uma opinião, mesmo que seja estúpida; eu considero, inclusive, que ele tem o direito até de a divulgar, e de procurar convencer os outros a aceitarem a sua opinião e a ajudarem à propagação desta; mesmo que seja estúpida!, repito!
Penso que qualquer indivíduo também deverá ter o direito a recusar a opinião de quem quer que seja, mesmo que esta seja inteligente; senão não teríamos razão para defender o direito de posse duma opinião estúpida e estaríamos na nossa ética muito mais pobres.

Os homossáurios-ensaio de definição e protecção

Os homossáurios, pelo menos alguns deles, se não todos, são muito inteligentes; lêem livros e tratados dos quais nunca ninguem ouviu falar, moldam uma defesa férrea em torno daquilo que os outros disseram e defendem-nos (essoutros)com as palavras que os mesmos escreveram.
Os homossáurios não possuem opinião própria, mas sim enormes bibliotecas recheadas com obras defensoras das teses que eles, ao lê-las, consideraram como verdades absolutas. Um homossáurio é como um crente que se baseia na bíblia: esta possui a verdade e portanto, nunca é posta em causa; o que se deve, obrigatoriamente, pôr em causa é o pensamento individual, a opinião própria, sobretudo dos indivíduos que não possuem bibliotecas enormes. Estes indivíduos, para terem opinião própria sem possuir acesso à grande sabedoria literária, tiveram que pensar por si próprios, são seres pensantes sem fronteiras, logo, extremamente perigosos para os homossáurios, que têm o saber todo muito bem catalogado, e por conseguinte, possuem, sempre à mão, um livro qualquer que nega toda e qualquer suposição do homo vulgaris.
O esotérico, por exemplo, com a transmissão de saberes através de formas primitivas, como a oral, seria um dos grandes inimigos dos homossáurios, caso o homossáurio não tivesse logo reconhecido esse perigo; o que o levou, célere, a controlar, de imediato, a sapiência esotérica e a encerrá-la nas bibliotecas em forma de livros.
Assim, são poucos os que se atrevem a expôr a sua própria opinião, com receio de intimidações, insultos... às vezes, mesmo com medo de acções violentas.
Mas esta situação não é nova; ela existe desde que o homem pensa! A situação piorou com a formidável invenção do Guttenberg! Repentinamente, a verdade dos homossáurios podia ser escrita e tornada comum, quanto mais não fosse à força de armas. A impressora, contudo, como qualquer coisa na vida, possuía desde início, dois extremos: o favorável ao homossáurio e o desfavorável; pois, indivíduos de ideias absurdas, tinham também possibilidades de espalhar estas
. O homossáurio tem tentado, ao longo dos tempos, vencer esta batalha; uma batalha desigual, já que os homossáurios ocupam, regra geral, altos cargos governamentais: legislativos, judiciais e executivos.
O ser pensante, individual, autónomo, criativo e inovativo é um vírus a irradiar.
Caso seja preciso, confrontando-o com afirmações homossáurias que se sabe de antemão ele desconhecer, para desse modo o levar a contradições, a vacilar, a duvidar de si próprio, até que enfim, vergado perante a verdade homossáuria, ele se transforme num deles.

Eu sei que corro grave risco ao escrever isto, pois não o li em lado nenhum; eu pensei por auto-recriação as loucuras que aqui escrevo.
Bem me pode acontecer que, no tasco onde beberico cerveja e espreito as coxas da empregada, apareça por lá alguma autoridade para me pedir contas... Por essa razão, nunca vos direi o tasco que frequento.

O que faz falta é...



...é tamiflu com uma dose de paciência.
E saber onde é que param os milhões que visam adquirir os produtos fármacos de combate à peste, para os pôr a funcionar como gorjeta aos médicos que se disponham a trabalhar.
Mens sana por onde andas?...

Balanço do número dos judeus no "Terceiro Reino"-1943

Der Inspekteur für Statistik
beim Reichsführer SS

[Stempel: Geheime Reichssache]

(Selo: Assunto secreto)


Em 1.1.1943
Neste balanço não estão incluidas as regiões recentemente conquistadas (com excepção de Danzig). O seu balanço não pode ainda ser efectuado. Contudo, existe, referente aos judeus, nestas regiões, aquando da tomada destas por parte do Reino (Reich), algumas estimativas que apontam para um número de cerca de 630 000 judeus. A juntar a este número hão 160 000 no distrito de Bialystock e, por volta de, 1,3 milhões de judeus no Governo Geral aquando da criação deste.x)
Isto implica a existência de, numa totalidade, por todo espaço alemão, (excepto a região ocupada do Leste), 2,5 milhões x) à qual falta ainda o número, de longe bem superior, dos judeus na parte Leste.
x) sem contar com o distrito de Lamberg com cerca de 700 000 judeus]
Em 1.1.1943

Extracto do balanço efectuado por um inspector de estatísticas; tradução minha. O documento pode ser observado na sua totalidade em www.ns-archive.de

Repito aqui que não pretendo defender as diversas teorias do holocausto, mas sim, mostrar que a MINHA opinião tem fundamento quando digo que o holocausto, ou genocídio, ou assassínio em massa, como lhe queiram chamar, realmente aconteceu. A existência de partes antagónicas a quererem deturpar a realidade histórica, é um caso que mantenho afastado da minha própria opinião. Se os documentos (cujos Fac Simile se podem tambem observar na página acima indicada) são falsificações, o que duvido, então estarei completamente errado no meu pensar.

Como já afirmei num "postado" anterior: Enquanto a história fôr narrada por míopes existirão sempre detalhes menos nítidos.

Links

Arquivo-NS
Germar Rudolf em inglês
contra o revisionismo de Germar

Freitag, Juli 17, 2009

Teoria do ovo e da galinha

Eu não sei se já vos disse, mas tenho um puto de catorze anos, feitos recentemente, que também tem a mania de efectuar voos sobre ninhos de cucos, alguns dos quais bem rasantes e que me deixam preocupado.
Estávamos nós a jantar um peitinho de frango com puré de batatas e cogumelos a la Je, que também me aventuro pelos rallies de fogão, quando ele se sai com esta.
-Eu tenho uma teoria...
Ui, quem é que não tem?... O que para aí há mais são teóricos!...
Mas pronto, pai é pai e tem que aturar muita asneirinha aos filhos, ainda que no meu caso eu esteja completamente convencido de se passar o contrário; lá disse ao catchop fêo para desalimar a besta.
-Eu tenho uma teoria que prova que o ovo surgiu primeiro que a galinha.
-Ó rapaz, não te metas nisso! Ou tens uma teoria ou tens provas, das duas vinte e sete, noves fora, nada!
-O ovo nasceu primeiro porque...
E aqui é que o gajo partiu o cabo à marrreta.
-Porque no tempo dos dinossauros já haviam ovos mas não haviam galinhas.
Razão tem que se dar a quem a tem e ele tinha-a. Venha lá quem vier!
Esta história tem uma moral muito interessante, mas como eu sempre achei, nos livros que li em tempos de outra senhora, um insulto escreverem no fim o moral da história, não vou perder tempo com essas coisas; aliás, estou convencido de resma a resma, que quem aqui vier ler isto está muito mais capacitado do que eu para atribuir uma moral mais condimentada, baseada em dados bibliotecários virtuais que o caranguejo do meu portátil, nem pegando-lhe fogo ao rabo, consegue acompanhar; indivíduos de smoking bloguista, dominadores de motores de busca, empierçados (gostei desta) com CPUs dos quais nunca ouvi falar.
Fecho assim, derrotado pela perspicácia do meu filho e rendido às forças mátricas dominadoras da sapiência virtual este artigo.
(Eu acho que, se calhar, com um par de palavras estrangeiras, um inglês de Camané, ou um Francês do Zwimba, esta coisa até ganhava outro fulgir... vou pensar nisso)

Desabafo à Zé Mário Branco-Ganda homem!

Os meninos nazis têm razão, pá: O tio Adolfo era um gajo porreirinho que contribuiu imenso para o desenvolvimento tecnológico que a Europa precisava, pá. A enorme rede de estradas, os transportes quer terrestres quer aéreos, até os pedestres, pá! Olha que ele levou os alemães à Rússia que nem peregrinos que vão pa Fátima.
E no aspecto cultural e desportivo?!... o homem foi um exemplo de liderança. A organização perfeita dos Jogos Olímpicos, nem os chineses!!!
É certo que andam por aí uns sionistas a quererem deturpar a imagem do Onkel Adolf, mas não lhes servirá de muito, pois toda a gente sabe como o tiozinho era um gajo porreiro, amigo dos animais, possuía um pastor alemão do qual gostava muito.
Concordo, houve algumas vítimas... mas existem sempre; num processo evolutivo de massas surgem sempre uns danos colaterais; mas no fundo, quem foram as vítimas? Uns judeusitos?, meia dúzia de ciganos?, um par de intelectuais?!... e o que faz essa cambada por cá? Sobretudo os últimos! Essa escumalha, na verdade sem quantidade significativa na população mundial, quer é desestabilizar. Esses badamecos da pena, das máscaras, da luz atirada a um pano são uma corja virulenta que infecta o pedestal da cultura ocidental e mancha horrenda e vergonhosamente a memória a quem de direito deveria ser atribuída a coroa de louros do progresso!!!
Sobretudo, é urgente andar a mexer nas fezes do passado para se não ver a merda presente!!!
Israel nunca existiu! A América nunca libertou o Iraque nem tem intenções de auxiliar África! A Europa narcisa arranca com a infiltração do medo através dum vírus uma campanha de pavor que lhe permitirá ter, estando por sua vez sob o control das multis, o domínio cerebral de todo o homossáurio que acredita ser homo sapiens sapiens.
Ainda por cima o futebol demora e quando chegar a altura, encerram-se os campos de futebois porque anda tudo a mandar tripes de tamiflu. A igreja entretanto já encerrou portas; debate, às escondidas, a ideia de que poderão ter sido os “envenenadores de poços”, os “assassinos de Cristo” ou como mais lhes queiram chamar, os causadores desta situação de trampa, da crise económica, do braço partido do Benedito, do vírus Influenza Agá Rá Ki e PikanuKu, dois soberbos exemplares que têm como desvantagem apenas a impossibilidade de dar sangue!
Vamos lá lendo os jornais do Boulevard, sabendo de antemão que sempre que dissermos algo, aparece um sabichão que exige de imediato provas concretas da nossa opinião.
Fica aqui dito com toda a sabedoria!!!
A minha opinão é de merda, mas é minha!!! Não preciso de merda alheia para pensar, nem de diarreias para sentir que sou alguem!
Deixa-te disso, menino, olha a polícia-sem-rosto, os Stasi, a KGB, a CIA, a WHO, a WWF, a PIDE, os agentes secretos sionistas, os illuminatti, os apagados, os às escuras, e até o FMI que se apercebeu que até o peixe pequeno dá caviar.
Respira fundo. Não olhes para a esquerda, não olhes para a direita, não olhes sequer, não olhes se queres evitar ver como te enfiaste na sanita com vontades de te intoxicar com o gás do fogão e te esqueceste de pagares tanto a factura do gás como a da água.
Vou de férias pó Algarve caquilo anda munto morto! Só espero encontrar lá o Mário Mata pa fumar uma ganza, beber um estrólóró e cantar co mén
“Eles andam armados em mete-nojo
Mas hão-de aprender à sua custa
E não olhem assim pra mim
Que o vosso olhar já não me assu-u-u-u-usta!”

Os carros da morte - câmaras de gás ambulantes no regime Nazi

Sou teimoso comós iós e depois meto-me em casacos que não são meus

Aqui fica o extracto dum documento que encontrei em WWW.ns-Archive.de; a tradução é minha e portanto, eu que até ganho muito com isso, posso ser posto em causa quanto à minha imparcialidade no andar com as palavras às costas.
O Holocausto existiu.
As medidas deste, que as tome quem as quiser e como as quiser! Eu não vi na época passada o FCPorto a ser campeão, mas acredito que ele o tenha sido!!! Da forma como o foi, já se sabe: é polémica!!!






Carta de Dr Becker a Rauff

Posto de campo número 32 704 Kiew, 16 de Maio de 1942
B. Nr. 40/42 -

Assunto secreto do Reich

Para
SS-Obersturmbannfuehrer Rauff
em Berlin
Prinz-Albrecht-Str. 8


O trabalho de reparação das viaturas do grupo D e C está terminado.
Enquanto as viaturas da primeira série não possam ser utilizadas convenientemente em más condições climatéricas, os da segunda série (Saurer = ácido), em tempos de chuva, ficam completamente atolados. Quando, por exemplo, tenha chovido apenas uma meia-hora, não pode a viatura ser utilizada sem o risco de ela derrapar. Ela só é utilizável em tempo seco. Coloca-se agora a pergunta se se deverá utilizar o veículo, parado, no local da execução. Primeiro tem que se conduzir a viatura até ao local, o que só com bom tempo é possível. O local de execução encontra-se, geralmente, 10-15 km afastado das vias de tráfego e é, já pela sua localização, de difícil acesso, com tempo húmido ou molhado, inatingível. Conduzem-se ou conduziram-se os condenados até ao local, apercebem-se estes, de imediato o que se passa e tornam-se irrequietos, o que conforme as possibilidades se deve evitar. Só resta uma via que é a de, convocá-los para os locais de agrupamento, e depois transportá-los.


A viatura do grupo D camuflei-o como caravana de campismo, colocando em cada lado uma janela, como frequentemente se observa nas casas rurais. As viaturas tornaram-se tão conhecidas que, não apenas as entidades públicas como também a população, os designavam já de “Carros da Morte”, assim que estas apareciam. Na minha opinião esta camuflagem não vai poder durar muito.

A viatura do ácido que eu levei de Simferopol para Taganrog, teve pelo caminho uma avaria nos travões.


[Segue-se um capítulo sobre problemas e resoluções mecânicas que vou saltar, mas se houver interesse, traduzirei mais tarde.]


Além disso, ordenei eu que, durante o gaseamento, todos os homens se afastassem o mais possível das viaturas, para com isso evitar possíveis danos de saúde. Aproveito esta oportunidade para chamar a atenção para o seguinte: alguns comandantes deixam, após o gaseamento, os seus próprios homens descarregar as viaturas. Já chamei a atenção da respectiva Comandatura para a horrenda lesão física e psíquica [texto original: seelische=da alma] que se não imediata, posteriormente, poderá surgir. Os homens queixam-se já a mim de dores de cabeça surgidas após cada descarregamento. Apesar disto, não há intuito de alterar esta ordem, com receio de que, os prisioneiros que fossem utilizados para este trabalho num momento propício procurassem escapar-se. Para poupar os homens a estas lesões peço que me enviem ordens adequadas.

O gaseamento, em geral, não é correctamente executado. Afim de acelerar a acção os condutores dão todo o gás. Deste modo, os executados sofrem de morte por asfixiamento e não por adormecimento. As minhas directrizes acabaram por permitir concluir que, com uma posição correcta da alavanca, a morte dá-se célere e o prisioneiro adormece sossegadamente. Rostos distorcidos e segregações como até aqui se verificavam, deixaram de se notar.

No decorrer do dia seguirei viagem para o grupo B onde póstumas notícias me poderão ser entregues.



Dr. Becker
SS-Untersturmfuehrer

2 milhões de vítimas da peste suína

Pode-se ser que, derivado ao meu vodka ou ao adiantado da hora, tenha entendido mal, mas deu-me a sensação de que Nuno Melo em "Corredor do Poder" na RTP Internacional afirmou que se prevêem 2 milhões de vítimas de peste suína em Portugal. Depois afirma ele que o medicamento Tamiflu, na Alemanha, se esgotou nas farmácias porque o governo o retraiu.
O medicamento Tamiflu esgotou-se nas farmácias porque o povinho entrou em pânico e adquiriu-o massivamente, (ainda que só pudesse ser vendido sob receita médica???) apesar de terem surgido avisos de várias entidades independentes quer políticas quer empresariais onde se informava que a utilização do Tamiflu pode ser mais prejudicial que benéfica, visto que o vírus demonstra grandes capacidades de adaptação aos fármacos.

O produto foi inclusive considerado perigoso.

–Red.
Influenza – Neuraminidase-Hemmer auf dem
Rückzug: Roche hat den Zulassungsantrag für seinen Neuraminidase-
Hemmer Oseltamivir (z.B. Schweiz: TAMIFLU)
zur Influenza-Therapie in Europa zurückgezogen. Mitglieder
des Europäischen Arzneimittelauschusses CPMP hatten Zweifel
am Beleg des Nutzens des im Gegensatz zu Zanamivir
(RELENZA) per os einzunehmenden Mittels insbesondere
bei der Behandlung der Influenza B geäußert
(Scrip 2000;
Nr. 2544/45: 22). GlaxoWellcome nimmt den Antrag auf
Zulassung von Zanamivir zur Vorbeugung der Influenza A
und B zurück. Eine Ausdehnung der bestehenden Indikation
„Behandlung der Virusgrippe“ auf Kinder wird ebenfalls storniert.
Die Firma begründet den Schritt mit dem Wunsch, zusätzliche
Daten aus weiteren Studien nachzureichen (Scrip
2000; Nr. 2546: 19). Vermutlich will Glaxo damit einer Ablehnung
auf der Basis der bislang eingereichten Daten zuvorkommen.
Ob und wann ein neuer Antrag gestellt wird, bleibt
offen. Zanamivir halten wir – ebenso wie der Bundesausschuss
der Ärzte und Krankenkassen – für entbehrlich: Nur
bei raschem Beginn der Inhalationen innerhalb von 36 Stunden
nach den ersten Symptomen lassen sich Influenzabeschwerden
bei ansonsten gesunden Erwachsenen um etwa einen
Tag verkürzen. Für Risikogruppen, die durch eine Virusgrippe
besonders gefährdet sind, fehlt ein Nutzenbeleg (a-t
1999; Nr. 10: 98-100; Dt. Ärztebl. 2000; 97: C-1332).
Dem stehen Berichte über Bronchospasmen und akute Einschränkung
der Lungenfunktion gegenüber, die mit einer
Reihe von Todesfällen in Verbindung gebracht werden. In
die US-amerikanische Fachinformation wird jetzt eine Warnung
eingefügt, dass Zanamivir bei Personen mit pulmonalen
Vorerkrankungen „im Allgemeinen nicht angezeigt“ ist (a-t
2000; 31: 23-4, FDA: MedWatch, Juli 2000, Scrip 2000;
Nr. 2557: 22/ati d).

Um Poema de Caliça

Caliça
Não chega a cal
Tem riscos vermelhos de seiva que não a sua
Vestígios de ontem
Que seus também não

Toco-a e desfaz-se
Esfarela-se
Recusa ser-me algo além de pó
Afasto-me
E as seivas sanguíneas que a vestem
Surgem-me agora ordenadas:
Primeiro de Maio é vermelho

Caliça
Não vales nada
Mas consegues-me chatear

De volta ao meu Genesis

Eu tenho que me deixar disto; de viagens ao profundo universo dos grandes sábios! Eu tenho que me manter prisioneiro de tasco, com frases tolas feitas versos, defronte à minha cerveja, espreitando as coxas da empregada e, sobretudo, na imoralidade de ser deus omnipotente.
Eu, um ateu e ateísta desde o “dedo do pé grande”, (como dizia um amigo meu), até à tonsura que já desponta, elegi-me deus.
E é precisamente isto que me desacredita: este ateísmo idolatrador de mim mesmo.
Mas dizei: não é o homem a medida de todas as coisas? Não é o homem que estipula quem é homem?... Se eu sou um homem, carago, sou a medida de todas as coisas, até da estupidez! Eu sou estúpido, não é verdade? Eu sou uma paranóica flatulência de mim mesmo. EU!!!
Como é bom estar de volta a este narcisismo tranquilizante, à ditadura incombatível; sem revoluças progressistas nem conservadores; apenas o meu desejo de sardinha assada, duma boa feijoada, duma jardineirazinha...
Mais um golo de cerveja.
Lá fora a chuva cai... tivera eu uma sardinha assada e um copo de carrascão até o fado cantaria, mesmo correndo o risco de acabar no xelindró por violência massiva exercida sobre os tímpanos dos vizinhos...
Um blogue, amigos, um blogue não é lugar para guerras; um blogue é espaço de tasca: bebe-se um copo, dá-se à tramelha, e mesmo quando o álcool turva e a língua diz coisas que o pensamento não censurou, é deixar passar... para VERDADE, temos os imensos sábios que andam por esse mundo fora, os políticos, os cientistas, e agora (Atenção: este agora não quer dizer a partir deste momento mas sim que neste momento acontece) temos os lobbyístas a unir as forças poderosíssimas detentoras da verdade.

Dois dedos,
Para além da testa curta,
Ele tinha apenas dois dedos
De conversa para dar.

Que orador tão sábio!

As siglas SS (em inglês)



O holocausto não é apenas o genocídio nos campos de concentração, mas sim todo o processo que visava a o aniquilamento de "seres inferiores".

Holocausto- Caça a humanos (alemão)

Donnerstag, Juli 16, 2009

Robert Faurisson-homossáurio de primeira

Ora deixem-me aqui falar de outro homossáurio com o qual deparei no blogue Um Homem das Cidades, blogue que considero qualitativo.
Para uma melhor compreensão do caso será aconselhável passarem pelo blogue e lerem artigo e comentários.

Robert Faurisson um perito na matéria da negação do holocausto... Não é o único, o alemão Germar Rudolf tambem o fez, escreveu inclusive vários livros sob pseudónimos diferentes com o mesmo conteúdo para poder afirmar que existiam outras pessoas a partilharem da sua opinião (lol).
Faurisson faz parte de um grupo a que chamam revisionistas. Segue um endereço onde se podem informar sobre esse tipo de homossáurios:www.revisionists.com

Noam Chomsky (a quem alguem atribuiu o galhardão da “voz da Juventude Americana” que defendeu a liberdade de expressão de Faurisson, acaba mais tarde por escrever (relacinado com este) que “a liberdade de expressão só pode funcionar, se a opinião expressa fôr justificada”.

Na conferência sobre o holocausto em Teerão, (2006) Faurisson diz ter sido um encontro maravilhoso.
Pudera!, os participantes partilhavam todos da sua opinião.

Na página do blogue inoficial de Faurisson (http://robertfaurisson.blogspot.com) está escrito, cito: “the Holocaust” (which today is often called “Shoah”) -um estudioso tão profundo do tema nem sequer sabe que na verdade a palavra primeiramente usada fôra “pogrome” proveniente da língua russa e significa “destruição”, logo após o fim da guerra surge a designação “Shoah” palavra de origem hebraica que significa “grande calamidade”, nas zonas de língua inglesa, porém, acaba por se sobrepôr a palavra holocausto; quer isto dizer que “Shoah” como designação do genocídio é anterior a “Holocausto”.

Nos vídeos do youtube (que Abrantes no blogue Um Homem das Cidades mencionou) vemos um indivíduo a ler um texto e com dificuldades nisso. Ora, não é preciso ser-se muito inteligente para perceber de que o leitor não é nenhum orador, ou seja, ele tem pouca ou noção nenhuma do que lê, caso contrário não precisaria de ler.

Para defender a minha opinião de que o holocausto, ou shoa ou mesmo pogrom existiu sirvo-me de páginas como: http://www.h-ref.de e http://www.ns-archiv.de . Eu sei que estas são em alemão, mas se os vídeos referidos são em francês, penso que os liberais contraentes, me permitirão basear a minha opinião tambem com uma língua estrangeira.

Desculpem, mas a minha ignorância ainda não me deixou perceber como se aplica um elo (link), ando a ver se trato disso.

IMPORTANTE: Se alguem estiver interessado na tradução disto ou daquilo de alemão para português diga e eu esforçar-me-ei por isso.

E a perseguição aos judeus já vem de há muito tempo; S. Paulo diaboliza estes e acusa-os de serem os responsáveis pela morte de Jesus, segundo o que está escrito na bíblia. Aleluia.

A morte de Adolf Hitler

Hitler morreu de enfarte quando lhe apresentaram a conta do gás!

Peste suína e vacina para burros

>>Peste suína<< : WHO planeia testes em humanos em grande stilo

Gerhard Wisnewski

Deseja você, também ser um rato-de-laboratório da WHO? Então abane alegremente o rabinho à vacinação contra a “peste suína”. Oculta sob o manto da luta contra a “pandemia” aconselha, a denominada “Organização Mundial de Saúde”, o uso dum ainda não devidamente testado produto – com sequente “classificação de resultados”. Bem vindas as cobaias-humanas.
Quase ninguem a tem, quase ninguem sofreu mais do que um par de dias dela, e quase ninguem morreu por sua causa: Até agora existem 429 mortos num total de 6,75 mil milhões de habitantes em todo o Mundo.
Apesar disso classificou a WHO a chamada “peste suína” de “imparável” e a 11 de Junho de 2009 alertou-a como Pandemia de grau 6. Porquê?

Para tal existe um esclarecimento: “SAGE”.

Se se procurar com a data de 13 de Julho em Google-News esta palavra não se encontra um único artigo em alemão. No entanto, o Strategic Advisory Group of Experts (SAGE) on Immunization da WHO publicou nesse dia um “Conselho de vacinação”, que em relação à falta de escrúpulos é inultrapassável. O “Grupo Estratégico-Conselhio de Peritos sobre Imunição” é o mesmo Grémio que avaliou o “Conselho de vacinação” da WHO. Neste grupo encontram-se Peritos de Vacinação de todos os países harmoniosamente com representantes da Indústria Farmacêutica que discutem sobre campanhas de vacinação a nível mundial tal como contra o fantasma da peste suína.

É certo que os representantes fármacos têm, para “evitar um conflicto de interesses” o status de meros observadores, mas isto é apenas um tapa-olhos. A realidade é que a WHO desenvolve o projecto de vacinação sob o olhar da globalisante Indústria Farmacêutica e ninguem pode ver a rede que se trama entre os membros da SAGE e os das empresas farmaceuticas. Ninguem pode impedir, por exemplo, que um elemento da SAGE possua dossiers, directa ou indirectamente, dum produtor fármaco cujo produto, quer vacinação quer outro meio anti-gripal, ele procura enfiar-nos pelos olhos dentro, ou melhor dizendo, braços adentro. Para isso nem é preciso existir uma ligação conspirativa entre os peritos da SAGE e os representantes da Indústria farmacêutica. Deste modo, através da Histeria-da Peste Suína fomentada pelos peritos da WHO, é “injectado” na Bolsa de Valores o curso das Acções das empresas possuidoras de “observadores” na WHO. As quais precisavam urgentemente disso. As acções da Novartis e da GlaxoSmithKline encontravam-se antes do rebentamento da peste suína bastante em baixo. Desde Março de 2009, porém, “espalha-se o vírus da peste suína”, Influenza A (H5N1) “impressionantemente rápida”, de acordo com Deutsche Welle (N.T. Onda Alemã-programa televisivo de informação, satélite Astra). E desde Março que o curso das acções da Novartis e da GlaxoSmithKline sobem velozmente.
(N.T. -aqui, no texto que recebi, encontram-se gráficos comprovativos)


No Encontro de 13 de Julho de 2009, onde se decidiu sobre novas estratégias da WHO de vacinação para os próximos meses, tomam parte pelo menos duas dúzias de “cozinheiros de vacinas”, para além dos representantes da Novartis e da GlaxoSmithKline, também representantes da Baxter, Sanofi Pasteur e outras empresas fármacas.

Sob o olhar dos representantes destas Empresas-Multi-milionárias chegaram os membros da SAGE à seguinte conclusão: “Já que a propagação do pandémico vírus se deve ver como imparável, serão necessárias vacinas para todos os países”. Para todos os países – Uau! Isto quer dizer, de acordo com a WHO, todos os 194 países do planeta com os seus 6,75 mil milhões de habitantes! O que significa que, no fundo inofensiva, a “peste suína” se torna, até aqui, na mais agressiva campanha de mercado para vacinas e anti-gripais de carácter duvidoso que este mundo já viveu. Sim, o “marketing” pôde inclusive ir tão longe, ao ponto de poder obrigar o “consumidor” a vacinar-se – nomeadamente através de vacinação obrigatória. Um sonho para qualquer produtor.

Obviamente esta linda campanha de vacinas não leva a nada se não existir o produto em quantidade. Isto estará resolvido, de acordo com a WHO, em Setembro ou Outubro, o que até calha bem, porque uma campanha de vacinação em tempo de férias faz pouco sentido -as pessoas não estão em casa.

Portanto, segundo a WHO, a vacinação vai-se processar do seguinte modo:
-Pessoal médico (sanitário)
-Mulheres grávidas (!)
-crianças com mais de seis meses possuidoras de doenças crónicas
-pessoas saudáveis entre os 15 e os 49 anos
-crianças saudáveis
-pessoas saudáveis entre os 50 e os 64 anos
-pessoas com idade superior a 65 anos.

Assim, ao toque de sinos, inicia a WHO a maior experiência em cobaias humanas de todos os tempos, pois até na sua “Pandemic (H1N1) 2009 briefing note 2” confirma sem qualquer sentimento de culpa que: “ Já que novas tecnologias terão que ser utilizadas no fabrico dos produtos de vacinação, os quais ainda não foram intensivamente estudados no que se refere à sua segurança perante determinados grupos populares, é impreterível uma perspicaz observação após a sua comercialização.”

Sim, você leu correctamente:
1- O comitê de vacinação da WHO já entranhou em si de tal maneira o pensamento lucrativo das empresas farmacêuticas que relaciona uma vacinação com o mercado desta.
2- O comitê de vacinação da WHO aconselha um produto cuja segurança não foi devidamente testada.
3- O comitê de vacinação da WHO quer estudar a reacção das pessoas após uma massiva vacinação.

Perante isto apenas se pode dizer: salve-se quem puder.



Terça-feira, 14 de Julho de 2009

NOTA: Este texto foi traduzido por mim que não sou tradutor; esforcei-me por manter uma linguagem simples sem deturpar o original; este texto foi-me enviado por mail, portanto não sei donde é que ele partiu, apenas que o autor é Gerhard Wisnewski. Espero que quem o leia, reflicta.

João Jardim-homossáurio da semana

João Jardim afirma: «Eu não quero proibir partidos. O que eu digo é que, se a Constituição refere que não pode haver organizações de ideologia fascista, então, não pode haver nenhum tipo de fascismo, seja de direita ou de esquerda» (Jardim - TSF).
Este senhor esquece-se que ideologia fascista não tem nada a ver com a comunista. É certo que, lamentavelmente, (com excepção,talvez, da região este-sudeste da Índia dominada pelos “naxalistas”), onde o comunismo reinou e reina, possui características ditatoriais, daí, na verdade, deixar de ser comunismo para passar a ser uma ditadura fascista; exemplo, a China.
Fascismo é uma ideologia nacionalista, colectivista e corporista com assento no monocapitalismo.
A evolução política acrescenta-lhe novos caracteres tais como o imperialismo e o capitalismo.
O comunismo é a ideologia (tristemente apenas isso: ideologia) que visa “tornar comum”. A sociedade sem classes, divisão de bens em igualdade, o acesso igual ao ensino e aos cuidados médicos; as mesmas possibilidades de vida para todos.

Quando Marx, observou a sociedade e escreveu, baseado nela, a sua teoria, apontava já um caminho concreto a seguir, mas falso hoje em dia, pois a sociedade alterou-se. Esse é o grande problema do comunismo: não acompanhar devidamente o progresso. O comunismo está velho e cheira ao mofo das igrejas. O fascismo mantém-se duro mas flexível! Um paradoxo que resulta. Ele verga dum lado para se fortalecer do outro.
Resumindo, o comunismo é uma utopia e o fascismo uma realidade.

A farsa do Protocolo de Kyoto

O tratado de Kyoto (Quioto) que visa a redução da emissão de CO2 não passa dum truque das grandes empresas para poderem continuar a poluir o ar que respiramos.
No Tratado é dada permissão aos interessados de comprarem a terceiros os direitos de emissão; deste modo, por exemplo, são adquiridos na Índia, por parte de empresas europeias, autorização de emissão suplementar. Os industriais, neste caso, hindús ficam todos contentes e investem em mais poluentes complexos, adquirem direitos de emissão e vendem-nos às empresas europeias. Uma espiral poluente patrocinada por um tratado que a devia interromper.
E visitem a página seguinte http://www.quadrilha.net/principal.html, descarreguem o MP3 “Não dêem cabo do mundo” e seguidamente comprem um ou outro cd da “Quadrilha” que tem música espectacular.

Dienstag, Juli 14, 2009

Coro das velhas versus Santana Lopes

Eu por motivos de saúde que me obrigam a andar afastado do mundo continuo sem resistir a ver e a ouvir de vez em quando as coisas que a rtp internacional vai mostrando. Desta feita foi o Santana Lopes a esquivar-se à pergunta, onde é que ele pretendia ir buscar o dinheiro que intenta gastar em Lisboa quando as obras que ele anteriormente fizera ainda não foram pagas. Santana esquivou-se bem. Driblou pela área do adversário. E a locutora fintada acabou por fazer nova pergunta: quanto é que custaria o rebaixamento duma zona, da qual agora me não lembro, que ele tem no seu projecto de candidatura.
Reconheço que possa ter ouvido mal, mas tive a impressão que o Lopes, respondeu que custaria apenas 20 milhões de euros, e que isto “poderá parecer muito, mas é apenas um por cento do orçamento da câmara de Lisboa”.
Se Lisboa tem tanto dinheiro porque é que ainda não pagaram as obras concluidas?...
Posteriormente, afirma o Lopes, que a corrente “câmara” não fez obra nenhuma. Pudera! Ele gastara o dinheiro todo e pirou-se com a desculpa que o partido precisava dele para ocupar o lugar do Durão!...
Agora anda todo garimpas a afirmar que em Lisboa o povo tem é que estar unido; que essa coisa de “esquerda e de direita é para o país”, não para Lisboa.
Senhor Santana, deixe-me dizer que o senhor nem é o João Jardim, nem Lisboa é a Madeira. E para aumentar as dívidas de Lisboa qualquer paspalho serve, até os que lá estão.



Donnerstag, Juli 09, 2009

Klaus Nomi - New Wave de Vanguarda

Um tenor que mergulhou pelo New Wave e criou algo diferente

yodleri por todo o lado

Atão não é que num link "japonês" ou coisa que o valha, encontrei uma página com uma javardice minha?!!!! Pôrra, é de ficar todo babado!
http://www.gazotube.com/ehAMS70EjpM.html

B fachada

Um cromo que até tem o meu apelido e coragem a abarrotar.

Hubert von Goisern & Zabine

Atestado comprovativo de não ter casado

Passou-se com um casal meu amigo.
Ele, alemão, trabalhou como docente de bioquímica na Universidade de Barcelona até ter recebido dum Instituto Alemão em Goettingen uma oferta na área da pesquisa.
Como vive com uma rapariga argentina (arquitecta) com a qual tem três filhos decidiu casar com ela afim de usufruir das vantagens fiscais aqui na Alemanha.
Surpresa foi quando no Registo Civil lhe exigiram um atestado que provasse ele não ser casado!
Os homossáurios andam por todo o lado!

Mittwoch, Juli 08, 2009

Blogues caseiros

Ainda que o Tavares Rodrigues afirme que ser bloguista é ser-se elitário, eu sou da opinião que ser-se bloguista é permanecer-se o estúpido que se é, com a vantagem de podermos alterar essa estupidez. É sempre porreiro abrirmos o nosso blogue e vermos um comentário, a prova conclusiva de que alguem leu o que escrevemos. Muito mais porreiro é lermos uns cumprimentos, palmadinhas nas costas, venerências e lambe-botas, pois o nosso Ego é chato como o caraças e se lhe não dermos uns afagos com mãozinhas de veludo, ele acaba por se revoltar, perder estribeiras e enfim...
Eu, tenho por hábito deixar um comentário por onde passo, aliás, logo que eu inicie o acompanhamento dum blogue, crio um dado, no meu caso .odt, e escrevo nele os meus comentários, copiando-os e, só então, os colo no local apropriado do blogue em causa.
O autor do blogue tem sempre a opção de publicar ou não o meu comentário, ou seja, ele pode e manda, lá no seu cantinho.
Na linguagem escrita é difícil interpretar o tom, daí alguns seres inteligentes inventarem os glutões da má educação (que digerem as possíveis falhas de interpretação possíveis de surgir num texto) chamados smileys.
Eu sirvo-me deles frequentemente, sobretudo se me apercebo que a leitura das minhas palavras possa soar agressiva. Não elimino, porém, com isso falsos julgamentos. Não há nada que o consiga!...
Em tempos tive um outro blogue que durou um certo tempo a estabelecer-se, e quando ele se estabeleceu (explico: um blogue estabelecido é para mim um blogue com um determinado número de visitas e acentuado número de comentários), dizia, que quando o meu blogue se estabeleceu e eu tinha razão para estar contente, fiquei triste... o pessoal passava por lá, dizia-me que sim e nada mais... para que serve um blogue desses?... Narcisismo?...
Não tenho tempo para andar a enfeitar o âmago quando o coiro que o cerca engelha e apodrece.
Por isso, ninguem espere que visite o seu blogue para lhe polir complexos de inferioridade e pô-lo a brilhar com louros que ele não merece. Quem se mostra em praça pública que se vista; qualquer puto vê se o rei fôr nu.

Partidos e pessoas

Pelos vistos não consigo passar um dia sem andar a asnear. Num blogue que ando a seguir, o do PPM-Norte, está-se a proceder a uma sondagem para se saber o que é mais importante: as pessoas ou o partido.
À priori, toda a gente pensará que sem pessoas não existe partido.
Mas eu que sou contrário a qualquer pensamento ligeiro, pus-me a esgaravatar nesse tema e por muito que escavasse, a conclusão era a mesma: as pessoas é que fazem o partido!
Eis que num sorvo de cerveja me veio um rasgo de luz!!!
Por isso é que os partidos são o húmus biodecadente que são! Porque as pessoas é que os fazem!
O partido ideal seria realmente o que fizesse de nós pessoas e não o contrário.
Após este pensamento profundo passei o lápis azul sobre Thomas More, Karl Marx, Bertholt Brecht e fui ler o princepezinho do Exupéry, que até é um gajo porreiro, e os alemães nazis, que não eram nenhuns gajos porreiros, abateram.
Contudo... há uma ideia que me não larga...
Como poderá existir um partido que não seja criado por pessoas?... O abstraccionismo está eliminado pois está,já por si, condicionado às regras de si próprio, ou seja: não posso abstraccionar um partido abstracto porque o abstracto já o deixou de ser no momento em que se tornou abstracto, quer dizer, já foi racionalizado como abstracto.
Uma questão como a do ovo e da galinha só que em sentido inverso. Significa: é necessário um ovo, mas para isso precisa-se de galinha que o bote.

...

Estamos como o vinho... furnicados ;)
Tenho que deixar de beber cerveja para ver se termino com estas napoleónico-hitlerianas manias...

E vai mais uma!

Nem sempre...


Hoje não serei sexista. Não cuspirei vernáculas palavras contra nada nem ninguem. Nem sequer beberei cerveja.
Hoje sou deus eterno após o fracasso da criação do mundo.

Dienstag, Juli 07, 2009

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Afórica guerra santa

Mas a próxima batalha contra os anti-individuum, já espreitava. Saídos da carcaça da minha senhoria, virulentas chispas de idiotice, aterraram em forma de notícia em folhas de papel por todo o lado. Eu, respeitador da opinião e desejos de terceiros, desde que ela se recusou a resolver um problema e me pediu para a deixar em paz, tomei isso à letra e portanto deixei de lhe passar cartucho. As suas exigências aparvoadas nos papelinhos que cola por todo o lado, enervam-me, é certo, mas eu parceiro de sueca do senhor Lúcifer nos grandes campeonatos olímpicos organizados por Hades, conheço pessoalmente desde Judas a Loki, passando por Ciprianos e outros macambúzios da esquerda mitológica, não tenho medo de objectos parideiros de homossáurios, antes pelo contrário: o meu combate a estes tem até teor de guerra santa, a diferença é que o meu combate visa eliminar a estupidez e não implementá-la ou alastrá-la; pois, dizia eu, enervado pelos papelinhos, passei ao contra-ataque com uma dose de ironia escrevendo nesses papeis o seguinte: Proibido afixar cartazes. Para satisfação dos restantes condominados (não, não é, nem erro ortográfico nem de expressão!, pôrra, um pouco de criatividade da vossa parte tambem pode ser exigida, ou será que... hmmmm... os homossáurios andam por toda a parte).
Fui para a banheira ao som de Skyrover dos Omega e após um relax bim páqui acabar de limpar o esterco que, desta feita, me vai na alma.

Montag, Juli 06, 2009

“Tell me why I don´t like mondays”, cantarolei.
Havia que tomar uma decisão e eu tomei-a. Regressei à criação do meu mundo. Fiz uns Voodoos e umas Makumbas para afastar maus espíritos, ensaquei quatro garrafas de meio litro de cerveja fresca, MP3-tocante com muito fado e roques portugueses, montei na pasteleira e desandei para a beira rio.
Um rio que nem é rio, mas pronto, a água corre e as margens relvadas convidam o femeaço a deitar-se ao longo delas quando o calor aperta. O meu quase meio-século de existência talvez aponte para uma senilidade idiota e este desejo de andar a olhar coxas não seja mais do que a frustração de não as poder ter, mas eu sem sexo oposto sofro de profundas depressões...
Ah, fresca cerveja!... Oh!, belas mulheres!
Confesso que os meus olhos não cobicem corpos juvenis, mas que brilham impúdicos ao passarem sobre o corpo de uma trintona e acima.
Numa castidade forçada há quase um ano, juro que os meus parâmetros no julgamento do que seja uma gaja boa estejam um pouco frouxos, contudo, mulher é mulher e não me importa quão magra ou quão gorda ela possa ser, desde que as medidas sejam proporcionais, permito-me sempre um pensamento lascivo.
E ainda que isso, pelo menos nos últimos meses, me não leve a nada na “meta-física” se bem me faço entender, lá há um dia ou outro em que meto paleio com alguma que faça a minha pituitária rabiar na produção de hormonas daquelas que nos põem a pensar com a cabeça que mais perto se encontra da região produtora de testosterona.
Ah, fresca cerveja!...
E quando a trovoada rebentou e a chuva caíu a potes, eu não arredei pé da beira-rio. Com mulheres ou sem mulheres, a sensação de as saber era tão doce...

RTP internacional

Prós e Contras O exame final

Nuno Morais Sarmento – PSD
Carlos Carvalhas - PCP
Augusto Santos Silva – PS
Luís Fazenda – BE
Nuno Melo – CDS-PP

A educação melhorou, daí ter resultado um maior número de pessoal qualificado. Afirma Santos Silva do PS.
Paralelamente o desemprego aumentou, mas a falta de médicos e magistrados é inegável. Afirma a oposição.
Eu pergunto-me se o pessoal se não anda a formar nas áreas erradas...
O título mais adequado seria: o vexame final!

Banksterismo e correlacionados

Ao largo de Roterdão amontoam-se os navios-tanque carregados de combustíveis ou matérias primas para a produção destes. Ao contrário do que se possa pensar, não por motivos de congelamento do tráfego marítimo, mas sim, porque se especula o aumento do preço de tão precioso líquido. Eu não duvido que assim seja, pois as férias escolares irão ter início em breve e, como já foi provado, nesta época os preços sobem consideravelmente, pois aliadas às férias escolares estão as férias laborais... não é preciso ser-se nenhum génio para entender o que se passa.
Mas se coscuvilharmos um pouco mais nesta trampa, encontramos outra ainda mais mal cheirosa:
Os bancos, que gastaram o deles e o dos outros, e posteriormente, a quadrilha europeia decidiu dar-lhes tambem o nosso - o pouco que restava-, em vez de criaram pacotes de crédito acessíveis ao utente em geral, de aliviarem o desgraçado que paga pela existência destes banksters, aproveita a situação e participa na especulação dos combustíveis comprando acções.
Ou seja, ainda não estão refeitos dum terramoto, e já andam a dançar sobre solo eruptivo.
Talvez eu seja um doente mental com a mania da perseguição... mas a situação cheira mal.
Enquanto isso, América decide juntamente com a Rússia, diminuir o armamento. Até seria uma decisão porreira se fosse por motivos pacifistas. A porcaria é que esta decisão é apenas por motivo económico: Miliitarismo é o campo mais supérfluo da humanidade, porém, tambem o mais caro.
Fico com a impressão de que beber cerveja durante a cobiça das coxas da empregada do tasco me acende paranoias das quais procurava precisamente fugir...
De Sting:
"Mr. Reagan says: We´ll protect you. I don´t subscribe this point of view; believe me when I say to you, I hope the russians love their children too..."
E o Lennon:
"Imagine all the people living quite in peace. you may say I´m a dreamer but I´m not the only one..."
E Pink Floyd:
"Goodbye cruel world, I´m leaving you today; goodbye cruel world I´ve nothing more to say... goodbye."

Sonntag, Juli 05, 2009

Um velho amor e um telemóvel

Ela pareceu entusiasmadíssima por me ver e eu, confesso que o fiquei. Tiveramos uma paixão aquando dos meus dezoito anos; depois, quis o destino que fosse cada qual para o seu lado. É certo que o facto de ela viver na Alemanha e eu em Portugal contribuiu inequivocamente para o nosso afastamento; a correspondência trocada não bastou para que o contacto se mantivesse.
A minha memória, a qual eu alimento diariamente com recordações, contudo, quis um dia trazê-la de volta. E eu, que entretanto viera para a Alemanha, não hesitei em encetar a busca daquela grande paixão.
Quinze anos eram passados... Quinze anos. Mas a minha memória era clara, límpida. A morada dela estava presente como se eu tivesse nas mãos uma carta dela.
Telefonei às informações e pedi o número da família Mueller, na rua tal, número tal, em sítio tal. O número foi-me dado. Disquei-o. Foi uma voz de mulher que falou.
-Alô.
-Boa tarde, aqui é um velho amigo da Bettina, ela por acaso está?
-Um amigo? -A voz soou desconfiada.
Imaginei que fosse pelo meu sotaque ou pelo meu mau alemão.
-Perdoe o meu alemão... eu sou português... conheci a Bettina há uns anos, quando ela esteve em Portugal.
-Ah... eu lembro-me. Ela ainda tem aqui uma foto de vocês os dois. Mas já não mora aqui. Mora em Berlim. Quer o número?
-Agradecia.
O destino parecia estar com vontade de me dar alegrias pois, assim que telefonei a Bettina esta disse-me que tinha que ir a Altona e nos podíamos encontrar. Assim foi.
Três dias depois encontramo-nos num café em Hamburgo.
No entanto, ainda não tínhamos trocado duas frases e já ela atendia o telemóvel. Aguardei.
-Há quantos anos?... -Perguntou ela a guardar o aparelho.
-Catorze... quase quinze. -Eu sentia-me perturbado, nervoso; pedi uma cerveja e acendi um cigarro.
Ela pediu um café e tornou a pegar no telemóvel após um trinar deste.
-Desculpa. É a minha amiga.
Eu desculpei. Recostei-me na cadeira a saborear o cigarro e à espera da cerveja. Esta chegou.
Bettina desta vez já não pôs o aparelho na carteira, deixou-o sobre a mesa.
-E o que é que fazes na Alemanha. -Ela olhou-me de tal modo que fiquei mais nervoso ainda.
Bebi um golo de cerveja a querer ganhar tempo, mas o líquido pareceu empastelar-me as cordas vocais.
Um novo trinado.
-Desculpa, uma outra amiga.
Olhei o céu pela janela. Azul, sem nuvens...
Bettina desligou mas manteve o telemóvel na mão.
-Dizias?...
Soltei uma gargalhada que soou estranha, sem humor.
-Não dizia nada...
-Ah. -Ela pôs açúcar no café. -E que fazes aqui?
-Eu... -interrompi-me para que ela voltasse a atender o telemóvel.
-Desculpa. -Rodou na cadeira e voltou-me as costas.
Senti-me incomodado, mas desta vez um incómodo diferente; era como se eu estivesse a mais. Acendi na pirisca um novo cigarro. Sorvi um longo trago. Olhei de novo o céu e pensei:
"Um dia espectacular para ir até ao parque."
-Pois, então tu dizias...
-Banalidades... -sorri. -Eu dizia...
Novo trinado. Ela levantou-se e desviou-se para um canto a falar baixo.
Eu acabei o resto da cerveja, levantei-me tambem, paguei e fui até ao parque.

Samstag, Juli 04, 2009

Coxas e cerveja & VW Scirocco

Alguem me perguntou se eu não podia deixar de mencionar as coxas da empregada no meu blogue. Eu respondi peremptório que não! Se eu acedesse, respondi, a deixar as coxas de lado, mais dia menos dia haveria alguem a pedir-me para deixar tambem a cerveja de lado!
-Isso não é a mesma coisa.
-Eu sei. -Confirmei.- Se possuísse as coxas não pensaria na cerveja, enquanto que, quanto mais cerveja possuo mais nas coxas penso...



Ao saber que em Portugal se está a produzir um Volkswagen Scirocco não pude deixar de rir por ter pensado que o Scirocco há muito desaparecera da gama VW (1974-92), mas por outro lado ser essa a designação de um “vento quente”... Ele há cada coisa!!!

Freitag, Juli 03, 2009

Desiludido com o meu Genesis

Desiludido com a criação do meu mundo, enchi um copo com sumo de laranja e uma boa porção de vodka. Traidor aos meus princípios, pois no princípio era eu e a cerveja... agora era apenas eu e a minha traição.
Sentia-me uma espécie de ecologista a proibir a caça do cachalote aos açoreanos e a permitir a pesca destes aos japoneses para fins científicos...
Só me falta que os tipos da Quadrilha Europeia recusem um novo mandato ao Barroso e o obriguem a ir chupar na teta outra vez em Portugal.
Depois que os alemães abanaram o rabinho ao Tratado de Lisboa que me sinto a sofrer do Síndroma de Schäuble e espreito em todos os cantos do meu portátil à procura da placa de espionagem que o governo exigiu implantar para saber dos meus rumos internáuticos.
Tudo isto não tem nada a ver com os objectivos que me impusera ao criar o meu blogue, mas depois da presença de dybuuks, alusões a nazis e judeus, e agora a esta treta política que o desânimo se apossa de mim... este canto começa a soltar um cheiro imundo a religião e política...
Confesso que o meu intolerante espírito me massacra e me impele a continuar; chega mesmo a sussurrar-me: Deixa andar o barco, menino. Cria lá o teu mundo sossegadinho que ninguem dá por isso, e mais tarde, se não estiveres satisfeito com os resultados, fazes limpeza geral com um dilúvio.
E é verdade! Afinal o blogue é meu! Um blogue libertário e libertino (não posso deixar de pensar nas coxas roliças da empregada do tasco).
É isso! Dou uma volta por pensamentos promíscuos. Engulo a solidão com mais um vodka-laranja e escrevo um poema.
Os meus deâmbulos são preâmbulos
São livros só de início,
São circulares caminhadas
Em torno dos próprios passos.

Tomar-te o corpo
É beber um copo.
E quando tu me sorris
É eterna bebedeira.

Não foram os meus deâmbulos!,
Não fossem estes meus passos circulares,
Que tal como me aproximam
De ti me afastam!...

Por favor,
Tem pena de mim.
Por um instante.
Tem pena de mim...
Eu gostaria tanto de ser covarde...

E, corajoso, prossigo
Nos meus passos de sempre.

Criação do Mundo III


Anti-semitismo, anti-nazismo e outros ismos

Nem sou uma trampa nem sou outra, sou eu a gostar de cerveja, de espreitar as coxas às mulheres roliças, de escrever baboseiras armado em lírico, ouvir música desde o bom som tradicional folclórico a um ou outro metal e ouvir notícias de todo o Mundo, desde às erupções de lama em Java, provocadas por uma firma petrolífera, que têm vindo a assolar e a fazer desaparecer por completo algumas povoações onde ninguem é indemnizado, até ao pagode do anti-semitismo de "quarenta" que se anda ainda a pagar na Alemanha dos nossos dias.
É certo e sabido que os alemães assassinaram judeus até mais não; é certo e sabido que os alemães já pagaram enormes quantias, e continuam a pagar, de indemnização a vítimas de escravatura nos campos de concentração e afins; é certo e sabido que a organização judaica na Alemanha tem feito tudo para encher os bolsos.
Ontem ficou-me tambem certo e sabido que muitos militares alemães foram condenados pelo regime nazi ( a saber: nazi=nacional socialista) porque estes indivíduos apesar do risco que corriam ajudaram muitos judeus a salvarem-se.
O que mais me virou as vísceras foi saber que esses mesmos militares apenas ontem (2 de Julho de 2009) foram ilibados dos pretensos crimes (ou seja de terem salvo judeus ou terem contribuído para isso.
Pergunto-me se os judeus que andaram com processos judiciais e ainda andam, se esqueceram de quem os ajudou ou se mordem nas mãos de quem lhes dá de comer.
A história enquanto fôr vista pelos olhos dum míope há-de conter sempre detalhes menos claros... eu sei, por isso compete a quem vê bem esclarecer os que mal vêem.
As minhas diopterias são de momento acima de duas!

Donnerstag, Juli 02, 2009