Eu tenho que me deixar disto; de viagens ao profundo universo dos grandes sábios! Eu tenho que me manter prisioneiro de tasco, com frases tolas feitas versos, defronte à minha cerveja, espreitando as coxas da empregada e, sobretudo, na imoralidade de ser deus omnipotente.
Eu, um ateu e ateísta desde o “dedo do pé grande”, (como dizia um amigo meu), até à tonsura que já desponta, elegi-me deus.
E é precisamente isto que me desacredita: este ateísmo idolatrador de mim mesmo.
Mas dizei: não é o homem a medida de todas as coisas? Não é o homem que estipula quem é homem?... Se eu sou um homem, carago, sou a medida de todas as coisas, até da estupidez! Eu sou estúpido, não é verdade? Eu sou uma paranóica flatulência de mim mesmo. EU!!!
Como é bom estar de volta a este narcisismo tranquilizante, à ditadura incombatível; sem revoluças progressistas nem conservadores; apenas o meu desejo de sardinha assada, duma boa feijoada, duma jardineirazinha...
Mais um golo de cerveja.
Lá fora a chuva cai... tivera eu uma sardinha assada e um copo de carrascão até o fado cantaria, mesmo correndo o risco de acabar no xelindró por violência massiva exercida sobre os tímpanos dos vizinhos...
Um blogue, amigos, um blogue não é lugar para guerras; um blogue é espaço de tasca: bebe-se um copo, dá-se à tramelha, e mesmo quando o álcool turva e a língua diz coisas que o pensamento não censurou, é deixar passar... para VERDADE, temos os imensos sábios que andam por esse mundo fora, os políticos, os cientistas, e agora (Atenção: este agora não quer dizer a partir deste momento mas sim que neste momento acontece) temos os lobbyístas a unir as forças poderosíssimas detentoras da verdade.
Dois dedos,
Para além da testa curta,
Ele tinha apenas dois dedos
De conversa para dar.
Que orador tão sábio!
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AntwortenLöschenSim, vivo na Alemanha.
AntwortenLöschenEu sou da opinião (e esta não a fui buscar à wikipédia nem a lugar nenhum, é minha!) que na história do holocausto existem tantas mentiras como em qualquer outra história.
Não sou eu, um blogueiro de trazer por casa, o detentor da verdade e por teimosia inata acredito que ninguem o seja.
Porém, dar credibilidade aos vídeos de Faursson é o mesmo que acreditar no filme que Xatoo refere (The great escape).
Eu só sei que a segunda guerra existiu! Posso prová-lo? Não. Eu só sei que seres humanos foram tratados como sub-seres. Tenho provas? Não. Então, porque debato eu assuntos que não posso provar.
Eu não defendo a massiva morte por gás de judeus! Nunca!!! Aliás se tomarmos em conta os números apontados seria impossível existir tanta gente viva após a guerra. Mas que as câmaras existiram, que os químicos são uma realidade e que milhares de indivíduos simplesmente desapareceram, levam-me a crer que alguma coisa se passou.
Eu gosto de ler, de palpitar e sobretudo de aprender. As afirmações do Faurissonn, já o disse, não foram a descoberta da pólvora. Tanto há revisionistas neo-nazis como revisionistas zionistas e o que ambos os lados escrevem são conveniências, nunca realidades.
Importante são os documentos reais e testemunho de pessoas ainda vivas; se não dermos crédito a quem viveu a guerra deveremos dá-lo a quem escreve o que bem lhe apetece?
;) então, é favor acreditar em mim.