No princípio era eu... depois reparei que os homossáurios já há muito que andavam por cá.
Cantadeiro em obras
QUADRILHA-NÃO DÊEM CABO DO MUNDO
Samstag, Juli 18, 2009
O que faz falta é...
...é tamiflu com uma dose de paciência. E saber onde é que param os milhões que visam adquirir os produtos fármacos de combate à peste, para os pôr a funcionar como gorjeta aos médicos que se disponham a trabalhar. Mens sana por onde andas?...
Quais produtos fármacos? Quais milhões? Quais médicos? Quais gorjetas? Qual trabalho? Se eu tivesse resposta para tudo andava a publicitar livros, a escrever tratados, a dirigir palestras, a conceder entrevistas, e não a perder tempo com blogues de trazer por casa.
Se em vez de andares a perder tempo com fezes passadas e te preocupasses mais com o presente seria fácil entender qual a peste a que me refiro, embora, na verdade, visto procurar ironizar o tema, pretendesse criar um aforismo, mas enfim... quando um gajo anda agarrado em defesa do nazismo não se pode alargar muito no que respeita outros assuntos pois é sabido que os revisionistas se não tiverem onde ler não sabem falar, como o vídeo do teu amigo Robert prova. Cumprimentos ao tiozinho
“És tu, Henrique, e muitos liberalóides ratitos de biblioteca quem, muitas vezes, detém a realidade à porta da "teoria". “
Extraído de Portugal dos Pequeninos
de João Gonçalves
Sou um intolerante radical e um radical tolerante. Comigo tu estás ou com deus ou com o diabo, a escolha é tua.
Acredito em chakra mas não em deus, seja ele de que credo, nação, clube, ou partido político fôr. Não escondo porém uma certa admiração pela mitologia grega, por Valhala e afins.
Adoro romancistas portugueses e Van Gogh. Música é sempre fixe e cerveja dá-se bem com o mundo.
Gosto de comer e de teatro.
Gosto de mim comó caraças mas não ao ponto de não poder ver que sou teimoso como os burros (sem querer insultar estes).
Falo várias línguas estrangeiras e até gosto de cinema. Aceito a língua brasileira mas rejeito o português-brasileiro.
Gosto de mulheres.
Sou romancista frustrado.
Sou poeta frustrado.
Sou actor frustrado.
E não sou pintor frustrado porque nunca enfiei na cabeça ser pintor.
Ou seja: eu sou apenas o somatório dos meus sonhos com as minhas frustrações; uma enciclopédia de anomalias psíquicas a que Freud nunca teve acesso, se o tivesse tido, a psicanálise estaria muito mais desenvolvida.
Patologicamente há quem me considere um bipolar derivado às minhas oscilações temperamentais.
Não digam agora que eu não vos avisei.
Qual peste?
AntwortenLöschenQuais produtos fármacos?
AntwortenLöschenQuais milhões?
Quais médicos?
Quais gorjetas?
Qual trabalho?
Se eu tivesse resposta para tudo andava a publicitar livros, a escrever tratados, a dirigir palestras, a conceder entrevistas, e não a perder tempo com blogues de trazer por casa.
Qual peste? Se não conseguimos responder ao básico, para quê poetizar sobre o absoluto desconhecido?
AntwortenLöschenSe em vez de andares a perder tempo com fezes passadas e te preocupasses mais com o presente seria fácil entender qual a peste a que me refiro, embora, na verdade, visto procurar ironizar o tema, pretendesse criar um aforismo, mas enfim... quando um gajo anda agarrado em defesa do nazismo não se pode alargar muito no que respeita outros assuntos pois é sabido que os revisionistas se não tiverem onde ler não sabem falar, como o vídeo do teu amigo Robert prova.
AntwortenLöschenCumprimentos ao tiozinho