No seu livro "A cidade é de todos", Santana Lopes, recorda o veto da construção dum parque de golfe na Figueira da Foz, comparando-o com outro projecto levado a cabo em Alcochete. Eu não cheguei a perceber se ele está chateado porque não se fez nada na Figueira ou está chateado porque se fez algo em Alcochete.
Eu acho que o veto ao campo de golfe é um estalo na cara de todo o operário empregado e desempregado da região; nos primeiros, porque não têm onde passar os tempos livres e os segundos porque lhe faltam os postos de trabalho que o parque criaria.
Na altura li em Public Affairs o seguinte: [original seguido de tradução minha]
"Die Geschichte um die Vergabe von Baugenehmigungen für das Outletcenter Freeport und die möglichen Verstrickung des hiesigen Premierministers in diesen Fall haben in den letzten Wochen ein wenig von den wirklich wichtigen Fragen in Portugal abgelenkt: wird US-Präsident Obama einen portugiesischen Hund (Cão de água) als First Dog ins Weiße Haus holen?"
A história sobre a autorização da construção do Centro Freeport e o possível envolvimento do primeiro ministro português no caso tem desviado, nas últimas semanas, a atenção das questões que são realmente importantes: Será que o presidente dos EUA, Obama, vai levar um cão português como Primeiro Cão para a Casa Branca?
Como aqui se verifica, os políticos portugueses andam realmente afastados dos pontos fulcrais de interesse maioritário; a imprensa estrangeira regista-o.
Dienstag, Juli 21, 2009
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