Cantadeiro em obras

QUADRILHA-NÃO DÊEM CABO DO MUNDO

Donnerstag, Juli 16, 2009

Peste suína e vacina para burros

>>Peste suína<< : WHO planeia testes em humanos em grande stilo

Gerhard Wisnewski

Deseja você, também ser um rato-de-laboratório da WHO? Então abane alegremente o rabinho à vacinação contra a “peste suína”. Oculta sob o manto da luta contra a “pandemia” aconselha, a denominada “Organização Mundial de Saúde”, o uso dum ainda não devidamente testado produto – com sequente “classificação de resultados”. Bem vindas as cobaias-humanas.
Quase ninguem a tem, quase ninguem sofreu mais do que um par de dias dela, e quase ninguem morreu por sua causa: Até agora existem 429 mortos num total de 6,75 mil milhões de habitantes em todo o Mundo.
Apesar disso classificou a WHO a chamada “peste suína” de “imparável” e a 11 de Junho de 2009 alertou-a como Pandemia de grau 6. Porquê?

Para tal existe um esclarecimento: “SAGE”.

Se se procurar com a data de 13 de Julho em Google-News esta palavra não se encontra um único artigo em alemão. No entanto, o Strategic Advisory Group of Experts (SAGE) on Immunization da WHO publicou nesse dia um “Conselho de vacinação”, que em relação à falta de escrúpulos é inultrapassável. O “Grupo Estratégico-Conselhio de Peritos sobre Imunição” é o mesmo Grémio que avaliou o “Conselho de vacinação” da WHO. Neste grupo encontram-se Peritos de Vacinação de todos os países harmoniosamente com representantes da Indústria Farmacêutica que discutem sobre campanhas de vacinação a nível mundial tal como contra o fantasma da peste suína.

É certo que os representantes fármacos têm, para “evitar um conflicto de interesses” o status de meros observadores, mas isto é apenas um tapa-olhos. A realidade é que a WHO desenvolve o projecto de vacinação sob o olhar da globalisante Indústria Farmacêutica e ninguem pode ver a rede que se trama entre os membros da SAGE e os das empresas farmaceuticas. Ninguem pode impedir, por exemplo, que um elemento da SAGE possua dossiers, directa ou indirectamente, dum produtor fármaco cujo produto, quer vacinação quer outro meio anti-gripal, ele procura enfiar-nos pelos olhos dentro, ou melhor dizendo, braços adentro. Para isso nem é preciso existir uma ligação conspirativa entre os peritos da SAGE e os representantes da Indústria farmacêutica. Deste modo, através da Histeria-da Peste Suína fomentada pelos peritos da WHO, é “injectado” na Bolsa de Valores o curso das Acções das empresas possuidoras de “observadores” na WHO. As quais precisavam urgentemente disso. As acções da Novartis e da GlaxoSmithKline encontravam-se antes do rebentamento da peste suína bastante em baixo. Desde Março de 2009, porém, “espalha-se o vírus da peste suína”, Influenza A (H5N1) “impressionantemente rápida”, de acordo com Deutsche Welle (N.T. Onda Alemã-programa televisivo de informação, satélite Astra). E desde Março que o curso das acções da Novartis e da GlaxoSmithKline sobem velozmente.
(N.T. -aqui, no texto que recebi, encontram-se gráficos comprovativos)


No Encontro de 13 de Julho de 2009, onde se decidiu sobre novas estratégias da WHO de vacinação para os próximos meses, tomam parte pelo menos duas dúzias de “cozinheiros de vacinas”, para além dos representantes da Novartis e da GlaxoSmithKline, também representantes da Baxter, Sanofi Pasteur e outras empresas fármacas.

Sob o olhar dos representantes destas Empresas-Multi-milionárias chegaram os membros da SAGE à seguinte conclusão: “Já que a propagação do pandémico vírus se deve ver como imparável, serão necessárias vacinas para todos os países”. Para todos os países – Uau! Isto quer dizer, de acordo com a WHO, todos os 194 países do planeta com os seus 6,75 mil milhões de habitantes! O que significa que, no fundo inofensiva, a “peste suína” se torna, até aqui, na mais agressiva campanha de mercado para vacinas e anti-gripais de carácter duvidoso que este mundo já viveu. Sim, o “marketing” pôde inclusive ir tão longe, ao ponto de poder obrigar o “consumidor” a vacinar-se – nomeadamente através de vacinação obrigatória. Um sonho para qualquer produtor.

Obviamente esta linda campanha de vacinas não leva a nada se não existir o produto em quantidade. Isto estará resolvido, de acordo com a WHO, em Setembro ou Outubro, o que até calha bem, porque uma campanha de vacinação em tempo de férias faz pouco sentido -as pessoas não estão em casa.

Portanto, segundo a WHO, a vacinação vai-se processar do seguinte modo:
-Pessoal médico (sanitário)
-Mulheres grávidas (!)
-crianças com mais de seis meses possuidoras de doenças crónicas
-pessoas saudáveis entre os 15 e os 49 anos
-crianças saudáveis
-pessoas saudáveis entre os 50 e os 64 anos
-pessoas com idade superior a 65 anos.

Assim, ao toque de sinos, inicia a WHO a maior experiência em cobaias humanas de todos os tempos, pois até na sua “Pandemic (H1N1) 2009 briefing note 2” confirma sem qualquer sentimento de culpa que: “ Já que novas tecnologias terão que ser utilizadas no fabrico dos produtos de vacinação, os quais ainda não foram intensivamente estudados no que se refere à sua segurança perante determinados grupos populares, é impreterível uma perspicaz observação após a sua comercialização.”

Sim, você leu correctamente:
1- O comitê de vacinação da WHO já entranhou em si de tal maneira o pensamento lucrativo das empresas farmacêuticas que relaciona uma vacinação com o mercado desta.
2- O comitê de vacinação da WHO aconselha um produto cuja segurança não foi devidamente testada.
3- O comitê de vacinação da WHO quer estudar a reacção das pessoas após uma massiva vacinação.

Perante isto apenas se pode dizer: salve-se quem puder.



Terça-feira, 14 de Julho de 2009

NOTA: Este texto foi traduzido por mim que não sou tradutor; esforcei-me por manter uma linguagem simples sem deturpar o original; este texto foi-me enviado por mail, portanto não sei donde é que ele partiu, apenas que o autor é Gerhard Wisnewski. Espero que quem o leia, reflicta.

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