Cantadeiro em obras

QUADRILHA-NÃO DÊEM CABO DO MUNDO

Freitag, Juli 17, 2009

Os carros da morte - câmaras de gás ambulantes no regime Nazi

Sou teimoso comós iós e depois meto-me em casacos que não são meus

Aqui fica o extracto dum documento que encontrei em WWW.ns-Archive.de; a tradução é minha e portanto, eu que até ganho muito com isso, posso ser posto em causa quanto à minha imparcialidade no andar com as palavras às costas.
O Holocausto existiu.
As medidas deste, que as tome quem as quiser e como as quiser! Eu não vi na época passada o FCPorto a ser campeão, mas acredito que ele o tenha sido!!! Da forma como o foi, já se sabe: é polémica!!!






Carta de Dr Becker a Rauff

Posto de campo número 32 704 Kiew, 16 de Maio de 1942
B. Nr. 40/42 -

Assunto secreto do Reich

Para
SS-Obersturmbannfuehrer Rauff
em Berlin
Prinz-Albrecht-Str. 8


O trabalho de reparação das viaturas do grupo D e C está terminado.
Enquanto as viaturas da primeira série não possam ser utilizadas convenientemente em más condições climatéricas, os da segunda série (Saurer = ácido), em tempos de chuva, ficam completamente atolados. Quando, por exemplo, tenha chovido apenas uma meia-hora, não pode a viatura ser utilizada sem o risco de ela derrapar. Ela só é utilizável em tempo seco. Coloca-se agora a pergunta se se deverá utilizar o veículo, parado, no local da execução. Primeiro tem que se conduzir a viatura até ao local, o que só com bom tempo é possível. O local de execução encontra-se, geralmente, 10-15 km afastado das vias de tráfego e é, já pela sua localização, de difícil acesso, com tempo húmido ou molhado, inatingível. Conduzem-se ou conduziram-se os condenados até ao local, apercebem-se estes, de imediato o que se passa e tornam-se irrequietos, o que conforme as possibilidades se deve evitar. Só resta uma via que é a de, convocá-los para os locais de agrupamento, e depois transportá-los.


A viatura do grupo D camuflei-o como caravana de campismo, colocando em cada lado uma janela, como frequentemente se observa nas casas rurais. As viaturas tornaram-se tão conhecidas que, não apenas as entidades públicas como também a população, os designavam já de “Carros da Morte”, assim que estas apareciam. Na minha opinião esta camuflagem não vai poder durar muito.

A viatura do ácido que eu levei de Simferopol para Taganrog, teve pelo caminho uma avaria nos travões.


[Segue-se um capítulo sobre problemas e resoluções mecânicas que vou saltar, mas se houver interesse, traduzirei mais tarde.]


Além disso, ordenei eu que, durante o gaseamento, todos os homens se afastassem o mais possível das viaturas, para com isso evitar possíveis danos de saúde. Aproveito esta oportunidade para chamar a atenção para o seguinte: alguns comandantes deixam, após o gaseamento, os seus próprios homens descarregar as viaturas. Já chamei a atenção da respectiva Comandatura para a horrenda lesão física e psíquica [texto original: seelische=da alma] que se não imediata, posteriormente, poderá surgir. Os homens queixam-se já a mim de dores de cabeça surgidas após cada descarregamento. Apesar disto, não há intuito de alterar esta ordem, com receio de que, os prisioneiros que fossem utilizados para este trabalho num momento propício procurassem escapar-se. Para poupar os homens a estas lesões peço que me enviem ordens adequadas.

O gaseamento, em geral, não é correctamente executado. Afim de acelerar a acção os condutores dão todo o gás. Deste modo, os executados sofrem de morte por asfixiamento e não por adormecimento. As minhas directrizes acabaram por permitir concluir que, com uma posição correcta da alavanca, a morte dá-se célere e o prisioneiro adormece sossegadamente. Rostos distorcidos e segregações como até aqui se verificavam, deixaram de se notar.

No decorrer do dia seguirei viagem para o grupo B onde póstumas notícias me poderão ser entregues.



Dr. Becker
SS-Untersturmfuehrer

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