João Jardim afirma: «Eu não quero proibir partidos. O que eu digo é que, se a Constituição refere que não pode haver organizações de ideologia fascista, então, não pode haver nenhum tipo de fascismo, seja de direita ou de esquerda» (Jardim - TSF).
Este senhor esquece-se que ideologia fascista não tem nada a ver com a comunista. É certo que, lamentavelmente, (com excepção,talvez, da região este-sudeste da Índia dominada pelos “naxalistas”), onde o comunismo reinou e reina, possui características ditatoriais, daí, na verdade, deixar de ser comunismo para passar a ser uma ditadura fascista; exemplo, a China.
Fascismo é uma ideologia nacionalista, colectivista e corporista com assento no monocapitalismo.
A evolução política acrescenta-lhe novos caracteres tais como o imperialismo e o capitalismo.
O comunismo é a ideologia (tristemente apenas isso: ideologia) que visa “tornar comum”. A sociedade sem classes, divisão de bens em igualdade, o acesso igual ao ensino e aos cuidados médicos; as mesmas possibilidades de vida para todos.
Quando Marx, observou a sociedade e escreveu, baseado nela, a sua teoria, apontava já um caminho concreto a seguir, mas falso hoje em dia, pois a sociedade alterou-se. Esse é o grande problema do comunismo: não acompanhar devidamente o progresso. O comunismo está velho e cheira ao mofo das igrejas. O fascismo mantém-se duro mas flexível! Um paradoxo que resulta. Ele verga dum lado para se fortalecer do outro.
Resumindo, o comunismo é uma utopia e o fascismo uma realidade.
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