Quadrilha Europeia permite que os americanos tenham acesso aos dadaos bancários na Europa.
Vendedor de automóveis americano oferece na compra dum veículo uma espingarda (de assalto) tipo AK-47.
Carro de serviço da ministra de saúde alemã (Ulla Schmidt) é roubado em Alicante, Espanha, enquanto esta se encontrava de férias. A lei permite-lhe levar o carro quando vai de férias porque pode necessitar dele [com condutor privado] para efeitos oficiais. E o veículo não estava segurado.
O vigarista Stanford (USA) queixa-se de que a cadeia é demasiado quente e exige transferência para outra. Com ar condicionado.
O nariz de Michael Jackson foi roubado!!! [outro "apêndice" de maior comprimento não estava à disposição].
O papa partiu o pulso enquanto procurava o interruptor. [Deus ainda não lhe ensinou o truque: faça-se luz.]
Um bordel oferece “sexual flat rate” apesar de tal ter sido proibido.
Na Austrália um homem pegou fogo à sua própria casa porque a mulher não lhe deu almoço. [Será porque julgou poder comer a construção como se fosse um churrasco?]
Na Alemanha a juventude organiza “festas de peste suína” para se contagiarem propositadamente. [No meu tempo fumavam-se umas coisas].
Na América, uma mãe dá os seus dois filhos como desaparecidos, os quais vão ser posteriormente encontrados num contentor de lixo. O parceiro da mulher, após disputa, levou as crianças e “atirou-a para o lixo”.
Grécia “avisa” a Turquia para parar os voos sobre o seu território. No Chipre, estudantes gregos gritam pelas ruas: “Só um turco morto é um bom turco”. Há cerca de treze anos atrás quase se dava um conflito bélico entre estes dois países; Chipre encontra-se dividido entre eles.
Montag, Juli 27, 2009
Samstag, Juli 25, 2009
América, democracia e racismo

América continua estupidamente a ser o eixo sobre o qual o mundo roda. A Europa unida depende dos americanos como os filhos dos ricos: só gastam o que os pais lhes dão. O país das possibilidades sem fronteiras, do “we can” , da “democracia, é tão, ou mais podre que qualquer outro.
A crise económica deu-se. Por razões bem mais obscuras que aquelas conhecemos. No observar da situação, a partir do filme de Moore (Michael) Fahrenheit 9/11, comecei, também, a tecer uma teoria de conspiração. As apólices de seguro, de valores elevadíssimos, que foram assinadas por firmas com ecritórios no Trade Center, segundo alguns observadores, e a forma como o edifício ruíu, vista por alguns como uma bem organizada demolição, contribuiram também, para a minha teoria.
Quando a crise chegou, eu não estranhei. Afinal, o óleo que os Amis esperavam obter no Iraque, não se tornou realidade. Os enormes custos da guerra não foram cobertos. A economia derrocou.
Havia que tomar uma atitude para resolver a situação e as eleições vieram mesmo a calhar: Obama, o primeiro indivíduo de cor a ganhar as eleições, não será uma casualidade. Caso ele consiga, o que duvido, colocar América numa razoável estabilidade, será uma “vitória” para a grande democracia americana que todo o mundo, cegamente, verá como um passo muito maior que o que “foi dado na lua”; caso ele não consiga estabilizar coisa nenhuma, os grandes democratas e/ou republicanos têm um perfeito bode expiatório: os pretos, a quem foi dada a maior oportunidade possível para provarem que “they can” e falharam.
Eu acredito que o recente caso com Louis Gates, professor de Harvard preso à porta de sua casa, por um polícia branco, não é nada mais nada menos que uma acha na fogueira do racismo; a história é muito mal contada...
O polícia que o prendeu afirma que o Gates se comportou menos correctamente e elevou o tom de voz, etc, etc... Gates diz que não, que falou sempre moderadamente.
Na única foto que eu até agora vi, nota-se perfeitamente que a expressão de Gates não é a mais moderada. Por outro lado, encontra-se um polícia de cor tambem na fotografia... daí eu excluir qualquer atitude racista por parte da polícia. Gates, por sua vez, afirma ter perguntado se o polícia agiu assim para com ele apenas por ele ser preto. Cheira-me a complexos de inferioridade, a insegurança de carácter.
A reforçar a teoria de que o caso Gates tem muito mais sumo que um Prof de Harvard a ser preso por ser preto é que ele é conhecidíssimo nos EUA (será?); quem chama a polícia é uma vizinha, repórter (?), que não o reconheceu (?)... o polícia também não, nem sequer o seu colega de cor. Ora, para um “Superstar” o homem parece-me ser demasiado desconhecido.
Obama abre a boca... entra a mosca, ele procura cuspi-la... mas do engasgo já não se safa.
América está num labirinto e Obama é o cego Dédalo.
Donnerstag, Juli 23, 2009
Suor vergonhoso
As ondas que me vêm molhar o corpo
São espelhos de inactividade
Que por acaso sabem a sal.
Enjoa-me o suor que o tempo abafa
Nos meus sovacos
Onde o desodorizante matinal morreu,
No meio-dia da igreja de S. José.
Espreito ainda coragem
Num fino super mais barato que a sem chumbo
E prolongo o tempo numas linhas.
Há manchetes preocupantes,
Alheias ao suor que em mim tresanda,
Desprezadoras da vergonha
Que me espera nos gumes mirantes
De quem, como eu, tem que andar de autocarro.
Mais um fino sem coragem
Ao longo da vitrine do LD,
Simultâneo ao andar ligeiro
Da moçoila serrana
Que faz serviço em casa de qualquer título.
Reconheço o cabelo penedio
E o maciço dos seios virgens;
Tão jovem...
Há muito que já não há vinte paus
Para se deixarem na mesa;
O dinheiro é estrangeiro
Como a língua que debito,
Tudo muito Europeu e nada meu.
Meu, o suor que me envergonha,
Que cresce em cada passo,
Que trespassa a camisa,
Que vinca em mim um olhar curvo.
Quando, enfim, no autocarro
O corpo se recompõe do arranque
E a vergonha me intoxica,
Vejo a moçoila serrana:
Tão jovem na distância que me cerca;
Tão verdadeira como os sonhos juvenis,
Esses que estão algures
Nos cadernos do meu tempo.
Só quando abandono as memórias,
E o autocarro também,
Noto que ninguem me cheirou.
Eram todos trabalhadores.
São espelhos de inactividade
Que por acaso sabem a sal.
Enjoa-me o suor que o tempo abafa
Nos meus sovacos
Onde o desodorizante matinal morreu,
No meio-dia da igreja de S. José.
Espreito ainda coragem
Num fino super mais barato que a sem chumbo
E prolongo o tempo numas linhas.
Há manchetes preocupantes,
Alheias ao suor que em mim tresanda,
Desprezadoras da vergonha
Que me espera nos gumes mirantes
De quem, como eu, tem que andar de autocarro.
Mais um fino sem coragem
Ao longo da vitrine do LD,
Simultâneo ao andar ligeiro
Da moçoila serrana
Que faz serviço em casa de qualquer título.
Reconheço o cabelo penedio
E o maciço dos seios virgens;
Tão jovem...
Há muito que já não há vinte paus
Para se deixarem na mesa;
O dinheiro é estrangeiro
Como a língua que debito,
Tudo muito Europeu e nada meu.
Meu, o suor que me envergonha,
Que cresce em cada passo,
Que trespassa a camisa,
Que vinca em mim um olhar curvo.
Quando, enfim, no autocarro
O corpo se recompõe do arranque
E a vergonha me intoxica,
Vejo a moçoila serrana:
Tão jovem na distância que me cerca;
Tão verdadeira como os sonhos juvenis,
Esses que estão algures
Nos cadernos do meu tempo.
Só quando abandono as memórias,
E o autocarro também,
Noto que ninguem me cheirou.
Eram todos trabalhadores.
Mittwoch, Juli 22, 2009
Vattenfall - catarata poluente
Vattenfall (palavra sueca para catarata) é, sem dúvida, uma das maiores empresas energéticas da Europa. Enquanto no norte da Europa, Vattenfall procura mostrar um rosto ecológico, vai, enegrecendo céu em direcção ao sul, pois para a sua produção de energia, a empresa necessita de carvão para a obtenção do qual destrói paisagens e arrasa povoados. A sua imensa emissão de dióxido de carbono levou a uma tecnologia de separação e “empacotamento” deste gás, o qual é considerado responsável pela alteração do clima. Esta tentativa de se mostrar amiga do ambiente, depara com a resistência de alguns activistas ecológicos que consideram o armazenamento subterrâneo de Co2 como questionável duvidando que isso contribua para a diminuição de gases provocantes do efeito de estufa.
Eu, como Vattenfall também possui centrais nucleares, receio mais que esses subterrâneos armazéns em vez de servirem única e simplesmente para alojar Co2, sejam também utilizados para depósito de resíduos nucleares.
Vattenfall pertence na sua totalidade ao governo sueco. A sua produção centraliza-se nalguns países nórdicos (Dinamarca, Suécia e Finlândia) e na Alemanha e Polónia. Eu julgo que deslocar-se mais para sul poderá ser difícil visto em França as empresas energéticas não estarem minimamente interessadas em concorrência (há bem pouco andou pela imprensa um caso em que uma empresa alemã acordou com uma francesa dividirem o mercado entre si). Apesar disto, estou convencido que, à sombra do gigantesco Adamastor da globalização, Vattenfall se expanda continuamente em direcção ao sul.
É certo que a produção energética nos países nórdicos é de cerca de 36% de energia hidráulica com cerca de 49% nuclear. Na Alemanha, porém, a sua produção baseia-se em combustíveis fósseis no espectacular valor de 91%.
Vattenfall já reconheceu que se o armazenamento subterrâneo não funcionar teremos um grave problema... do qual eu deduzo que a própria empresa não está segura dos seus apregoados métodos ecológicos.
O depósito radiactivo em Asse na Alemanha comprovou já que este tipo de medidas não é tão seguro como a senhora Merkel procurou fazer crer aquando ministra do ambiente.
Mas o que me levou a procurar saber mais sobre este tubo de escape foi o que se passou após as eleições em Hamburgo quando os “Verdes” aceitaram uma co-ligação com a CDU (não confundir com a portuguesa, esta é a união da democracia cristã [Christliche Demokratische Union]).
Os Verdes afirmaram no seu programa não aceitarem a construção de central energética à base de carvão em Moorburg; isto, logo que se apanharam no poleiro, deixou de ser verdade e o alvará para a construção foi passado.
Eis a força da Vattenfall e a fraqueza dos “ecológicos”.
Greenpeace editou um livro "Vattenfall Schwarzbuch" (O livro negro de Vattenfall) que elucida bem em que direcção as narinas deste monstro expelem o seu "ecologismo".
Eu, como Vattenfall também possui centrais nucleares, receio mais que esses subterrâneos armazéns em vez de servirem única e simplesmente para alojar Co2, sejam também utilizados para depósito de resíduos nucleares.
Vattenfall pertence na sua totalidade ao governo sueco. A sua produção centraliza-se nalguns países nórdicos (Dinamarca, Suécia e Finlândia) e na Alemanha e Polónia. Eu julgo que deslocar-se mais para sul poderá ser difícil visto em França as empresas energéticas não estarem minimamente interessadas em concorrência (há bem pouco andou pela imprensa um caso em que uma empresa alemã acordou com uma francesa dividirem o mercado entre si). Apesar disto, estou convencido que, à sombra do gigantesco Adamastor da globalização, Vattenfall se expanda continuamente em direcção ao sul.
É certo que a produção energética nos países nórdicos é de cerca de 36% de energia hidráulica com cerca de 49% nuclear. Na Alemanha, porém, a sua produção baseia-se em combustíveis fósseis no espectacular valor de 91%.
Vattenfall já reconheceu que se o armazenamento subterrâneo não funcionar teremos um grave problema... do qual eu deduzo que a própria empresa não está segura dos seus apregoados métodos ecológicos.
O depósito radiactivo em Asse na Alemanha comprovou já que este tipo de medidas não é tão seguro como a senhora Merkel procurou fazer crer aquando ministra do ambiente.
Mas o que me levou a procurar saber mais sobre este tubo de escape foi o que se passou após as eleições em Hamburgo quando os “Verdes” aceitaram uma co-ligação com a CDU (não confundir com a portuguesa, esta é a união da democracia cristã [Christliche Demokratische Union]).
Os Verdes afirmaram no seu programa não aceitarem a construção de central energética à base de carvão em Moorburg; isto, logo que se apanharam no poleiro, deixou de ser verdade e o alvará para a construção foi passado.
Eis a força da Vattenfall e a fraqueza dos “ecológicos”.
Greenpeace editou um livro "Vattenfall Schwarzbuch" (O livro negro de Vattenfall) que elucida bem em que direcção as narinas deste monstro expelem o seu "ecologismo".
Democracia directa-encerrada
Quando ando por caminhos novos tenho o hábito de olhar para a esquerda e para a direita, observar isto e aquilo e registar este ou aquele pormenor.
A blogosfera não é propriamente um caminho novo, mas o www.blogger sim; por isso vadio por aqui e acolá em busca de novas vielas, conversas mais diferentes, imagens desconhecidas ou com outos ângulos. Nesta vadiagem dei com um blogue chamado "Movimento para a democracia directa". Pensei de imediato que poderia ser um espaço ao meu gosto, fui até lá e dei com isto:
"Parece que não foi convidado para ler este blogue. Se pensa tratar-se de um erro, deverá contactar o autor do blogue e solicitar um convite."
Erro?! Da minha parte?!... Não...
O movimento para a democracia directa é que deve ter errado no nome... "democracia encerrada" é como se deveria chamar.
A blogosfera não é propriamente um caminho novo, mas o www.blogger sim; por isso vadio por aqui e acolá em busca de novas vielas, conversas mais diferentes, imagens desconhecidas ou com outos ângulos. Nesta vadiagem dei com um blogue chamado "Movimento para a democracia directa". Pensei de imediato que poderia ser um espaço ao meu gosto, fui até lá e dei com isto:
"Parece que não foi convidado para ler este blogue. Se pensa tratar-se de um erro, deverá contactar o autor do blogue e solicitar um convite."
Erro?! Da minha parte?!... Não...
O movimento para a democracia directa é que deve ter errado no nome... "democracia encerrada" é como se deveria chamar.
SJ repudia discriminação da TVI pelo Benfica
Ao ler este cabeçalho até pensei que o SanJoanense ou coisa que o valha andasse às turras com o Benfica. Como na altura, estava mais preocupado em saber o que era um "rebranding", não dei muita importância ao caso.
Eu fico atónito como os conhecimentos linguísticos do povo português se tem alargado nos últimos tempos, ainda que um amigo meu teime em dizer que não, que os conhecimentos do povo não melhoraram; diz ele: os dos jornalistas é que pioraram, daí utilizarem termos estrangeiros. Fazem-no porque são incapazes de traduzir.
Eu ainda argumentei que hoje em dia a tecnologia desenvolve-se tão rápidamente que os termos ingleses surgem a uma velocidade elevadíssima, quando se dá por isso, toda a gente já os utiliza.
-Como por exemplo: -disse ele- rebranding.
Acolhendo a sua ironia com um sorriso, passei ao tal cabeçalho do SJ. Afinal, era apenas um grupo sindicalista amante de futebol que estava chateado porque o Benfica não quer lá a TVI...
É pena não termos um SJ (penso que todos saberão melhor que eu que SJ significa Sindicato de Jornalistas e não SanJoanense), dizia, pois, é pena não termos um SJ amante de política que repudie a RTP de deixar de lado o candidato por Lisboa da CDU, enquanto fornece ao PS e PSD um largo tempo de antena.
E agora vou dar um salto ao blogue do PS, antes que me chamem reaccionário. Depois passarei pelo PPM de Braga, que até é um grupo todo terra-a-terra; visitarei "os verdes" que apodrecem lentamente sem terem amadurecido, após estes anos todos; do PSD ainda não encontrei blogue que me interessasse. Passei por um do SL (aquele que quer a cidade só para si com o slogan de que ela é para todos), mas não me agradou. Aceito sugestões. Quanto ao CDS-PP nunca senti interesse de o procurar... há umas páginas de pequenos partidos muito interessantes, que ainda não situei muito bem e só passo por lá a determinadas horas; e depois existe o BE, do qual tambem não tenho concreta ligação, aceito por isso sugestões.
Espero não ter discriminado ninguem, se o fiz não foi intencional, pois não desejo, de maneira nenhuma que o SJ me repudie.
Após este artigo sinto-me a modos que homossáurio. Será que contraí algum vírus do paleolítico?
Eu fico atónito como os conhecimentos linguísticos do povo português se tem alargado nos últimos tempos, ainda que um amigo meu teime em dizer que não, que os conhecimentos do povo não melhoraram; diz ele: os dos jornalistas é que pioraram, daí utilizarem termos estrangeiros. Fazem-no porque são incapazes de traduzir.
Eu ainda argumentei que hoje em dia a tecnologia desenvolve-se tão rápidamente que os termos ingleses surgem a uma velocidade elevadíssima, quando se dá por isso, toda a gente já os utiliza.
-Como por exemplo: -disse ele- rebranding.
Acolhendo a sua ironia com um sorriso, passei ao tal cabeçalho do SJ. Afinal, era apenas um grupo sindicalista amante de futebol que estava chateado porque o Benfica não quer lá a TVI...
É pena não termos um SJ (penso que todos saberão melhor que eu que SJ significa Sindicato de Jornalistas e não SanJoanense), dizia, pois, é pena não termos um SJ amante de política que repudie a RTP de deixar de lado o candidato por Lisboa da CDU, enquanto fornece ao PS e PSD um largo tempo de antena.
E agora vou dar um salto ao blogue do PS, antes que me chamem reaccionário. Depois passarei pelo PPM de Braga, que até é um grupo todo terra-a-terra; visitarei "os verdes" que apodrecem lentamente sem terem amadurecido, após estes anos todos; do PSD ainda não encontrei blogue que me interessasse. Passei por um do SL (aquele que quer a cidade só para si com o slogan de que ela é para todos), mas não me agradou. Aceito sugestões. Quanto ao CDS-PP nunca senti interesse de o procurar... há umas páginas de pequenos partidos muito interessantes, que ainda não situei muito bem e só passo por lá a determinadas horas; e depois existe o BE, do qual tambem não tenho concreta ligação, aceito por isso sugestões.
Espero não ter discriminado ninguem, se o fiz não foi intencional, pois não desejo, de maneira nenhuma que o SJ me repudie.
Após este artigo sinto-me a modos que homossáurio. Será que contraí algum vírus do paleolítico?
Dienstag, Juli 21, 2009
Santana Lopes e o Outro
No seu livro "A cidade é de todos", Santana Lopes, recorda o veto da construção dum parque de golfe na Figueira da Foz, comparando-o com outro projecto levado a cabo em Alcochete. Eu não cheguei a perceber se ele está chateado porque não se fez nada na Figueira ou está chateado porque se fez algo em Alcochete.
Eu acho que o veto ao campo de golfe é um estalo na cara de todo o operário empregado e desempregado da região; nos primeiros, porque não têm onde passar os tempos livres e os segundos porque lhe faltam os postos de trabalho que o parque criaria.
Na altura li em Public Affairs o seguinte: [original seguido de tradução minha]
"Die Geschichte um die Vergabe von Baugenehmigungen für das Outletcenter Freeport und die möglichen Verstrickung des hiesigen Premierministers in diesen Fall haben in den letzten Wochen ein wenig von den wirklich wichtigen Fragen in Portugal abgelenkt: wird US-Präsident Obama einen portugiesischen Hund (Cão de água) als First Dog ins Weiße Haus holen?"
A história sobre a autorização da construção do Centro Freeport e o possível envolvimento do primeiro ministro português no caso tem desviado, nas últimas semanas, a atenção das questões que são realmente importantes: Será que o presidente dos EUA, Obama, vai levar um cão português como Primeiro Cão para a Casa Branca?
Como aqui se verifica, os políticos portugueses andam realmente afastados dos pontos fulcrais de interesse maioritário; a imprensa estrangeira regista-o.
Eu acho que o veto ao campo de golfe é um estalo na cara de todo o operário empregado e desempregado da região; nos primeiros, porque não têm onde passar os tempos livres e os segundos porque lhe faltam os postos de trabalho que o parque criaria.
Na altura li em Public Affairs o seguinte: [original seguido de tradução minha]
"Die Geschichte um die Vergabe von Baugenehmigungen für das Outletcenter Freeport und die möglichen Verstrickung des hiesigen Premierministers in diesen Fall haben in den letzten Wochen ein wenig von den wirklich wichtigen Fragen in Portugal abgelenkt: wird US-Präsident Obama einen portugiesischen Hund (Cão de água) als First Dog ins Weiße Haus holen?"
A história sobre a autorização da construção do Centro Freeport e o possível envolvimento do primeiro ministro português no caso tem desviado, nas últimas semanas, a atenção das questões que são realmente importantes: Será que o presidente dos EUA, Obama, vai levar um cão português como Primeiro Cão para a Casa Branca?
Como aqui se verifica, os políticos portugueses andam realmente afastados dos pontos fulcrais de interesse maioritário; a imprensa estrangeira regista-o.
Ç de cedilha foi despedido!
Na RTP Internacional mostram, de vez em vez, pequenos filmes que visam ensinar a escrever algumas palavras.
Descanso ou descanço? - Era a questão. Não estranhei que as opiniões se dividissem; no que se refere às opiniões, é normal elas divergirem; quanto à falta de conhecimento ortográfico, também não estranhei; nem todos escrevem diariamente uma só palavra que seja, e portanto, aceito. (Irrita-me, porém, sobremaneira quem procura "currijir" os outros com uma emenda pior que o "suneto").
O que não posso aceitar é a afirmação da RTP ao dizer que a seguir a um "n" não há necessidade (?) de "ç".
Pois bem, apressei-me de imediato a corrigir, ainda que manualmente, o meu dicionário:
pansa, dansa, criansa, andansa, etc, etc... e o caso acabou, até, por se tornar divertido quando dei por mim a brincar com as palavras e reparar que, assim escritas, todas elas apontavam para o modo como a RTP se comportou neste caso: é pegar nas quatro últimas letras e lê-las em sentido contrário.
Descanso ou descanço? - Era a questão. Não estranhei que as opiniões se dividissem; no que se refere às opiniões, é normal elas divergirem; quanto à falta de conhecimento ortográfico, também não estranhei; nem todos escrevem diariamente uma só palavra que seja, e portanto, aceito. (Irrita-me, porém, sobremaneira quem procura "currijir" os outros com uma emenda pior que o "suneto").
O que não posso aceitar é a afirmação da RTP ao dizer que a seguir a um "n" não há necessidade (?) de "ç".
Pois bem, apressei-me de imediato a corrigir, ainda que manualmente, o meu dicionário:
pansa, dansa, criansa, andansa, etc, etc... e o caso acabou, até, por se tornar divertido quando dei por mim a brincar com as palavras e reparar que, assim escritas, todas elas apontavam para o modo como a RTP se comportou neste caso: é pegar nas quatro últimas letras e lê-las em sentido contrário.
Opinião sem livros
“És tu, Henrique, e muitos liberalóides ratitos de biblioteca quem, muitas vezes, detém a realidade à porta da "teoria". “
Extraído de Portugal dos Pequeninos
de João Gonçalves
Eu vou aqui opinar a minha ideia de opinião, começando por dizer, mais ou menos por onde passei.
Primeiro, nasci numa casa pobre mas não miserável. A minha mãe fervorosamente protestante e o meu pai patologicamente comunista. Frequentei a Escola Primária do Tovim, sem problemas, passei pelo Ciclo Preparatório Eugénio de Castro, Escola Secundária Avelar Brotero e Liceu Nacional D. Maria. Fiz cursos de formação de Formadores do FAOJ, estive na Escola de Teatro em Évora e trabalhei na construção civil em várias áreas até me consolidar como armador de ferro. Fiz teatro como actor e encenador a nível amador e li muitos livros de autores portugueses.
Arranquei para a Alemanha, mais por curiosidade do que por outra coisa e acabei por ficar, devido a uma Associação portuguesa necessitar de um encenador e me aceitar como tal.
Aprendi a língua, que nem falava; trabalhei desde ardina até auxiliar de enfermagem (neurocirurgia-fascinante), mas nunca obtive um curso superior. Visitei algumas palestras na Universidade de Hamburgo e pensava em me matricular lá para cursar em psicologia, o que não passou disso, pois acabei por sair de Hamburgo e ir para Freiburg, tambem cidade universitária, mas a idade e a vontade cresceram em direcções opostas.
Acompanhei, dum modo ou outro, as evoluções político-sociais quer em Portugal quer na Alemanha e no resto do mundo.
Neste deambular de quase meio século, mudei frequentemente de opinião; nunca porque li, vi ou ouvi, mas sim porque meditei. O ler, ver e ouvir foram apenas a ignição, depois disso é necessário deixar pegar o motor, acelerá-lo, travá-lo e dirigi-lo para a meta que se tem ou que se considera viável.
A minha opinião não vem, por isso, nos livros, se lá viesse não era minha, mas do autor. Eu tenho-me apercebido, durante estes anos todos, que todas as pessoas quando querem reforçar a sua opinião dizem “como dizia [o outro]”; com isso procuram mostrar que não são os únicos a pensarem do seu modo.
Os ratos de biblioteca, porém, procuram sempre reforçar o que dizem com citações de outros indivíduos, sobretudo quando se apercebem que o seu interlocutor poderá estar em desvantagem em relação ao acesso bibliotecário, quer por falta de interesse quer por falta de meios; eles exigem sempre do seu oponente provas. Onde é que é que eu posso ir buscar provas para a minha opinião se nunca escrevi um livro para a defender, nunca fiz um filme nem coisa parecida? Terei que ir buscar o que outro disse? E se o que o outro disse está correcto mas o contexto onde foi inserido é falso, quer dizer, não compatível com a minha opinião? Um problema, não é verdade?.
Diz-se frequentemente: vai chover; e quem o diz não é nenhum meteorologista ou coisa que o valha. Ninguem, ou raramente alguem, pergunta: porque é que dizes isso?
Se eu sou da opinião que os americanos nunca aterraram na lua, não é porque alguem escreveu que assim é; eu formei a minha opinião a partir de afirmações, tais como: “O que é desconhecido do grande público é que a alunagem não correu tão bem como se diz. O módulo “Águia” desviara-se da rota prevista e dirigia-se para uma zona de terreno irregular; Armstrong ligou o “manual” e evitou, assim, o pior. De acrescentar que esta manobra teve também o pormenor do combustível: este chegaria apenas para mais vinte segundos, quando Armstrong alunou.” Esta citação foi traduzida por mim, vinda do canal televisivo alemão ZDF. Ela gerou em mim a pergunta: Onde é que foram, então, buscar o combustível para poderem regressar?...
Os ratos de biblioteca, uma espécie homossáuria bastante proliferante, pergunta frequentemente: onde é que leste isso? E não aceitam nunca como resposta: não li em nenhum lado.
Eu, na minha viagem como pai, apercebi-me que o meu filho frequentemente tinha (ainda tem) teorias fascinantes muito antes de aprender a ler, e o mais interessante é que ele possuía, paralelamente, argumentos de defesa. Não foram (ou são) raras as vezes em que tenho que lhe dar um livro para lhe mostrar o erro da sua teoria... reforço, porém, sempre, que um livro não é a bitola do universo; um livro tanto pode estar certo como errado. É na sua cabeça que ele tem que (re)formular a sua opinião.
Poder-se-á perguntar porque é que lhe dou um livro... eu não estou apto a discutir todos os temas com os quais o meu filho me confronta, daí recorro ao auxílio de livros, e naqueles que julgo possuir uma opinião fiável, penso ser útil mostrar-lhe quer opiniões contrárias quer favoráveis; um livro é sempre um bom auxiliar.
A opinião de cada um, contudo, permite escrever muitos livros, mas não pode nunca ser um livro só.
Extraído de Portugal dos Pequeninos
de João Gonçalves
Eu vou aqui opinar a minha ideia de opinião, começando por dizer, mais ou menos por onde passei.
Primeiro, nasci numa casa pobre mas não miserável. A minha mãe fervorosamente protestante e o meu pai patologicamente comunista. Frequentei a Escola Primária do Tovim, sem problemas, passei pelo Ciclo Preparatório Eugénio de Castro, Escola Secundária Avelar Brotero e Liceu Nacional D. Maria. Fiz cursos de formação de Formadores do FAOJ, estive na Escola de Teatro em Évora e trabalhei na construção civil em várias áreas até me consolidar como armador de ferro. Fiz teatro como actor e encenador a nível amador e li muitos livros de autores portugueses.
Arranquei para a Alemanha, mais por curiosidade do que por outra coisa e acabei por ficar, devido a uma Associação portuguesa necessitar de um encenador e me aceitar como tal.
Aprendi a língua, que nem falava; trabalhei desde ardina até auxiliar de enfermagem (neurocirurgia-fascinante), mas nunca obtive um curso superior. Visitei algumas palestras na Universidade de Hamburgo e pensava em me matricular lá para cursar em psicologia, o que não passou disso, pois acabei por sair de Hamburgo e ir para Freiburg, tambem cidade universitária, mas a idade e a vontade cresceram em direcções opostas.
Acompanhei, dum modo ou outro, as evoluções político-sociais quer em Portugal quer na Alemanha e no resto do mundo.
Neste deambular de quase meio século, mudei frequentemente de opinião; nunca porque li, vi ou ouvi, mas sim porque meditei. O ler, ver e ouvir foram apenas a ignição, depois disso é necessário deixar pegar o motor, acelerá-lo, travá-lo e dirigi-lo para a meta que se tem ou que se considera viável.
A minha opinião não vem, por isso, nos livros, se lá viesse não era minha, mas do autor. Eu tenho-me apercebido, durante estes anos todos, que todas as pessoas quando querem reforçar a sua opinião dizem “como dizia [o outro]”; com isso procuram mostrar que não são os únicos a pensarem do seu modo.
Os ratos de biblioteca, porém, procuram sempre reforçar o que dizem com citações de outros indivíduos, sobretudo quando se apercebem que o seu interlocutor poderá estar em desvantagem em relação ao acesso bibliotecário, quer por falta de interesse quer por falta de meios; eles exigem sempre do seu oponente provas. Onde é que é que eu posso ir buscar provas para a minha opinião se nunca escrevi um livro para a defender, nunca fiz um filme nem coisa parecida? Terei que ir buscar o que outro disse? E se o que o outro disse está correcto mas o contexto onde foi inserido é falso, quer dizer, não compatível com a minha opinião? Um problema, não é verdade?.
Diz-se frequentemente: vai chover; e quem o diz não é nenhum meteorologista ou coisa que o valha. Ninguem, ou raramente alguem, pergunta: porque é que dizes isso?
Se eu sou da opinião que os americanos nunca aterraram na lua, não é porque alguem escreveu que assim é; eu formei a minha opinião a partir de afirmações, tais como: “O que é desconhecido do grande público é que a alunagem não correu tão bem como se diz. O módulo “Águia” desviara-se da rota prevista e dirigia-se para uma zona de terreno irregular; Armstrong ligou o “manual” e evitou, assim, o pior. De acrescentar que esta manobra teve também o pormenor do combustível: este chegaria apenas para mais vinte segundos, quando Armstrong alunou.” Esta citação foi traduzida por mim, vinda do canal televisivo alemão ZDF. Ela gerou em mim a pergunta: Onde é que foram, então, buscar o combustível para poderem regressar?...
Os ratos de biblioteca, uma espécie homossáuria bastante proliferante, pergunta frequentemente: onde é que leste isso? E não aceitam nunca como resposta: não li em nenhum lado.
Eu, na minha viagem como pai, apercebi-me que o meu filho frequentemente tinha (ainda tem) teorias fascinantes muito antes de aprender a ler, e o mais interessante é que ele possuía, paralelamente, argumentos de defesa. Não foram (ou são) raras as vezes em que tenho que lhe dar um livro para lhe mostrar o erro da sua teoria... reforço, porém, sempre, que um livro não é a bitola do universo; um livro tanto pode estar certo como errado. É na sua cabeça que ele tem que (re)formular a sua opinião.
Poder-se-á perguntar porque é que lhe dou um livro... eu não estou apto a discutir todos os temas com os quais o meu filho me confronta, daí recorro ao auxílio de livros, e naqueles que julgo possuir uma opinião fiável, penso ser útil mostrar-lhe quer opiniões contrárias quer favoráveis; um livro é sempre um bom auxiliar.
A opinião de cada um, contudo, permite escrever muitos livros, mas não pode nunca ser um livro só.
Sonntag, Juli 19, 2009
Genial
"... no bastard ever won a war by dying for his country. He won it by making the other poor dumb bastard die for his country".
A ler em Clube das Repúblicas Mortas
A ler em Clube das Repúblicas Mortas
Samstag, Juli 18, 2009
The Waxies por acaso
O meu filho disse-me que música punk até era porreira e perguntou-me se eu não tinha à mão um ou outro cd nesse estilo. Eu respondi-lhe que, assim, à mão, tinha uma caixa com 3 cd´s que ele por acaso já conhecia: “The worst of total anarchy” que ,para além do conhecidíssimo tema “Anarchy in the UK” dos Sex Pistols, contém uma série de títulos de bandas marcantes na história do punk.
Reparei, no entanto, que ele queria ouvir algo novo, ou, pelo menos, por ele desconhecido. Já que na cozinha, onde nos encontrávamos, apenas me vinha à ideia um “Best of” dos Ramones, que ele também já conhecia, dei uma espreitadela a uma prateleira meio escondida onde se encontram alguns 100 cd´s (encontrei um cd que a minha irmã me ofereceu e pelo qual já tinha dado voltas de cão, o “Lá vai Jeremias” do grupo Terra-a-Terra, para grande satisfação minha) e peguei, sem escolher, num monte de dez cd´s.
Deles, optei por um: The Waxies. Música tradicional irlandesa em estilo punk, que se pode colocar na secção de Pogues. E agradou-me ouvir. No youtube encontrei isto:
Reparei, no entanto, que ele queria ouvir algo novo, ou, pelo menos, por ele desconhecido. Já que na cozinha, onde nos encontrávamos, apenas me vinha à ideia um “Best of” dos Ramones, que ele também já conhecia, dei uma espreitadela a uma prateleira meio escondida onde se encontram alguns 100 cd´s (encontrei um cd que a minha irmã me ofereceu e pelo qual já tinha dado voltas de cão, o “Lá vai Jeremias” do grupo Terra-a-Terra, para grande satisfação minha) e peguei, sem escolher, num monte de dez cd´s.
Deles, optei por um: The Waxies. Música tradicional irlandesa em estilo punk, que se pode colocar na secção de Pogues. E agradou-me ouvir. No youtube encontrei isto:
Direito de opinião
Eu penso que qualquer indivíduo tem direito a possuir uma opinião, mesmo que seja estúpida; eu considero, inclusive, que ele tem o direito até de a divulgar, e de procurar convencer os outros a aceitarem a sua opinião e a ajudarem à propagação desta; mesmo que seja estúpida!, repito!
Penso que qualquer indivíduo também deverá ter o direito a recusar a opinião de quem quer que seja, mesmo que esta seja inteligente; senão não teríamos razão para defender o direito de posse duma opinião estúpida e estaríamos na nossa ética muito mais pobres.
Penso que qualquer indivíduo também deverá ter o direito a recusar a opinião de quem quer que seja, mesmo que esta seja inteligente; senão não teríamos razão para defender o direito de posse duma opinião estúpida e estaríamos na nossa ética muito mais pobres.
Os homossáurios-ensaio de definição e protecção
Os homossáurios, pelo menos alguns deles, se não todos, são muito inteligentes; lêem livros e tratados dos quais nunca ninguem ouviu falar, moldam uma defesa férrea em torno daquilo que os outros disseram e defendem-nos (essoutros)com as palavras que os mesmos escreveram.
Os homossáurios não possuem opinião própria, mas sim enormes bibliotecas recheadas com obras defensoras das teses que eles, ao lê-las, consideraram como verdades absolutas. Um homossáurio é como um crente que se baseia na bíblia: esta possui a verdade e portanto, nunca é posta em causa; o que se deve, obrigatoriamente, pôr em causa é o pensamento individual, a opinião própria, sobretudo dos indivíduos que não possuem bibliotecas enormes. Estes indivíduos, para terem opinião própria sem possuir acesso à grande sabedoria literária, tiveram que pensar por si próprios, são seres pensantes sem fronteiras, logo, extremamente perigosos para os homossáurios, que têm o saber todo muito bem catalogado, e por conseguinte, possuem, sempre à mão, um livro qualquer que nega toda e qualquer suposição do homo vulgaris.
O esotérico, por exemplo, com a transmissão de saberes através de formas primitivas, como a oral, seria um dos grandes inimigos dos homossáurios, caso o homossáurio não tivesse logo reconhecido esse perigo; o que o levou, célere, a controlar, de imediato, a sapiência esotérica e a encerrá-la nas bibliotecas em forma de livros.
Assim, são poucos os que se atrevem a expôr a sua própria opinião, com receio de intimidações, insultos... às vezes, mesmo com medo de acções violentas.
Mas esta situação não é nova; ela existe desde que o homem pensa! A situação piorou com a formidável invenção do Guttenberg! Repentinamente, a verdade dos homossáurios podia ser escrita e tornada comum, quanto mais não fosse à força de armas. A impressora, contudo, como qualquer coisa na vida, possuía desde início, dois extremos: o favorável ao homossáurio e o desfavorável; pois, indivíduos de ideias absurdas, tinham também possibilidades de espalhar estas
. O homossáurio tem tentado, ao longo dos tempos, vencer esta batalha; uma batalha desigual, já que os homossáurios ocupam, regra geral, altos cargos governamentais: legislativos, judiciais e executivos.
O ser pensante, individual, autónomo, criativo e inovativo é um vírus a irradiar.
Caso seja preciso, confrontando-o com afirmações homossáurias que se sabe de antemão ele desconhecer, para desse modo o levar a contradições, a vacilar, a duvidar de si próprio, até que enfim, vergado perante a verdade homossáuria, ele se transforme num deles.
Eu sei que corro grave risco ao escrever isto, pois não o li em lado nenhum; eu pensei por auto-recriação as loucuras que aqui escrevo.
Bem me pode acontecer que, no tasco onde beberico cerveja e espreito as coxas da empregada, apareça por lá alguma autoridade para me pedir contas... Por essa razão, nunca vos direi o tasco que frequento.
Os homossáurios não possuem opinião própria, mas sim enormes bibliotecas recheadas com obras defensoras das teses que eles, ao lê-las, consideraram como verdades absolutas. Um homossáurio é como um crente que se baseia na bíblia: esta possui a verdade e portanto, nunca é posta em causa; o que se deve, obrigatoriamente, pôr em causa é o pensamento individual, a opinião própria, sobretudo dos indivíduos que não possuem bibliotecas enormes. Estes indivíduos, para terem opinião própria sem possuir acesso à grande sabedoria literária, tiveram que pensar por si próprios, são seres pensantes sem fronteiras, logo, extremamente perigosos para os homossáurios, que têm o saber todo muito bem catalogado, e por conseguinte, possuem, sempre à mão, um livro qualquer que nega toda e qualquer suposição do homo vulgaris.
O esotérico, por exemplo, com a transmissão de saberes através de formas primitivas, como a oral, seria um dos grandes inimigos dos homossáurios, caso o homossáurio não tivesse logo reconhecido esse perigo; o que o levou, célere, a controlar, de imediato, a sapiência esotérica e a encerrá-la nas bibliotecas em forma de livros.
Assim, são poucos os que se atrevem a expôr a sua própria opinião, com receio de intimidações, insultos... às vezes, mesmo com medo de acções violentas.
Mas esta situação não é nova; ela existe desde que o homem pensa! A situação piorou com a formidável invenção do Guttenberg! Repentinamente, a verdade dos homossáurios podia ser escrita e tornada comum, quanto mais não fosse à força de armas. A impressora, contudo, como qualquer coisa na vida, possuía desde início, dois extremos: o favorável ao homossáurio e o desfavorável; pois, indivíduos de ideias absurdas, tinham também possibilidades de espalhar estas
. O homossáurio tem tentado, ao longo dos tempos, vencer esta batalha; uma batalha desigual, já que os homossáurios ocupam, regra geral, altos cargos governamentais: legislativos, judiciais e executivos.
O ser pensante, individual, autónomo, criativo e inovativo é um vírus a irradiar.
Caso seja preciso, confrontando-o com afirmações homossáurias que se sabe de antemão ele desconhecer, para desse modo o levar a contradições, a vacilar, a duvidar de si próprio, até que enfim, vergado perante a verdade homossáuria, ele se transforme num deles.
Eu sei que corro grave risco ao escrever isto, pois não o li em lado nenhum; eu pensei por auto-recriação as loucuras que aqui escrevo.
Bem me pode acontecer que, no tasco onde beberico cerveja e espreito as coxas da empregada, apareça por lá alguma autoridade para me pedir contas... Por essa razão, nunca vos direi o tasco que frequento.
O que faz falta é...
...é tamiflu com uma dose de paciência.
E saber onde é que param os milhões que visam adquirir os produtos fármacos de combate à peste, para os pôr a funcionar como gorjeta aos médicos que se disponham a trabalhar.
Mens sana por onde andas?...
Balanço do número dos judeus no "Terceiro Reino"-1943
Der Inspekteur für Statistik
beim Reichsführer SS
[Stempel: Geheime Reichssache]
(Selo: Assunto secreto)
Em 1.1.1943
Neste balanço não estão incluidas as regiões recentemente conquistadas (com excepção de Danzig). O seu balanço não pode ainda ser efectuado. Contudo, existe, referente aos judeus, nestas regiões, aquando da tomada destas por parte do Reino (Reich), algumas estimativas que apontam para um número de cerca de 630 000 judeus. A juntar a este número hão 160 000 no distrito de Bialystock e, por volta de, 1,3 milhões de judeus no Governo Geral aquando da criação deste.x)
Isto implica a existência de, numa totalidade, por todo espaço alemão, (excepto a região ocupada do Leste), 2,5 milhões x) à qual falta ainda o número, de longe bem superior, dos judeus na parte Leste.
x) sem contar com o distrito de Lamberg com cerca de 700 000 judeus]
Em 1.1.1943
Extracto do balanço efectuado por um inspector de estatísticas; tradução minha. O documento pode ser observado na sua totalidade em www.ns-archive.de
Repito aqui que não pretendo defender as diversas teorias do holocausto, mas sim, mostrar que a MINHA opinião tem fundamento quando digo que o holocausto, ou genocídio, ou assassínio em massa, como lhe queiram chamar, realmente aconteceu. A existência de partes antagónicas a quererem deturpar a realidade histórica, é um caso que mantenho afastado da minha própria opinião. Se os documentos (cujos Fac Simile se podem tambem observar na página acima indicada) são falsificações, o que duvido, então estarei completamente errado no meu pensar.
Como já afirmei num "postado" anterior: Enquanto a história fôr narrada por míopes existirão sempre detalhes menos nítidos.
Links
Arquivo-NS
Germar Rudolf em inglês
contra o revisionismo de Germar
beim Reichsführer SS
[Stempel: Geheime Reichssache]
(Selo: Assunto secreto)
Em 1.1.1943
Neste balanço não estão incluidas as regiões recentemente conquistadas (com excepção de Danzig). O seu balanço não pode ainda ser efectuado. Contudo, existe, referente aos judeus, nestas regiões, aquando da tomada destas por parte do Reino (Reich), algumas estimativas que apontam para um número de cerca de 630 000 judeus. A juntar a este número hão 160 000 no distrito de Bialystock e, por volta de, 1,3 milhões de judeus no Governo Geral aquando da criação deste.x)
Isto implica a existência de, numa totalidade, por todo espaço alemão, (excepto a região ocupada do Leste), 2,5 milhões x) à qual falta ainda o número, de longe bem superior, dos judeus na parte Leste.
x) sem contar com o distrito de Lamberg com cerca de 700 000 judeus]
Em 1.1.1943
Extracto do balanço efectuado por um inspector de estatísticas; tradução minha. O documento pode ser observado na sua totalidade em www.ns-archive.de
Repito aqui que não pretendo defender as diversas teorias do holocausto, mas sim, mostrar que a MINHA opinião tem fundamento quando digo que o holocausto, ou genocídio, ou assassínio em massa, como lhe queiram chamar, realmente aconteceu. A existência de partes antagónicas a quererem deturpar a realidade histórica, é um caso que mantenho afastado da minha própria opinião. Se os documentos (cujos Fac Simile se podem tambem observar na página acima indicada) são falsificações, o que duvido, então estarei completamente errado no meu pensar.
Como já afirmei num "postado" anterior: Enquanto a história fôr narrada por míopes existirão sempre detalhes menos nítidos.
Links
Arquivo-NS
Germar Rudolf em inglês
contra o revisionismo de Germar
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