Não pretendendo levar ninguem por caminhos errados, esclareço de imediato que nem me refiro à banda inglesa nem a qualquer capítulo bíblico. Tinha que dar um nome a isto e pronto: escolhi genesis.
Genesis é o princípio, e no princípio era eu.
Por falta de espírito, este não caminhava sobre as águas e eu nunca aprendi esse truque; ainda que, verdade seja dita, o truque de fazer vinho de água era-me preferível. Eu sei que em Portugal grandes e pequenas empresas vinícolas têm feitos imensos esforços nesse sentido, mas os resultados ficaram sempre e, presumo, ficarão àquem das expectativas.
Confesso, porém ser adorador de cerveja. Missa vinícola para mim é mais à laia de cristão, ou seja, só de vez em vez e por baptismo, casamento ou funeral. A cerveja é, sem dúvida nenhuma, o meu elixir divino. Sei bem que nesse campo tambem proliferam as falsas divindades.
Assim, com a minha falta de espírito a golear cerveja, me dispus a deixar correr a criação do mundo segundo a minha bipolaridade.
Como disse, ao princípio era eu.
Depois foi a cerveja; esta, ainda que atirada para os alemães, tem raízes mais antigas no velho Egipto. Os alemães estabeleceram por volta de 1516, se não estou em erro, uma lei chamada Reinheitsgebot, que significa no fundo (não etimologicamente) que apenas água, malte (cevada) e lúpulos (e/ou extractos destes) entram na composição da cerveja.
São no entanto os Checos que estão no primeiro lugar dos consumidores de cerveja, os quais aliás são os inventores do sistema de fermentação que produz a tão conhecida "pilsener".
Pela simples razão de que só os alemães possuem cerca de 5000 (cinco mil) tipos de cerveja não me vou pôr aqui a procurar convencer quem quer que seja que esta é melhor que aquela...
Para mim é tudo uma questão de espaço, tempo crono e meteorológico e disposição.
Prosit.
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